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FAMÍLIA VIAJA SEIS HORAS PARA CONHECER O MUSEU PARQUE DO SABER

Até a pouco tempo o único na América do Sul o Parque do Saber atraí visitas de toda a região, e mais atrairia se a divulgação a cerca de sua existência fosse mais dinâmica, e tivesse o mínimo de apoio da grande imprensa!

Publicado em: 09/01/2019 - 00:01:26

    O primeiro dia da Sessão de Férias no Museu Parque do Saber Dival da Silva Pitombo foi bastante concorrido. A maioria dos grupos de visitantes era de famílias. Uma delas veio da cidade de Ibipeba, distante 404 quilômetros de Feira de Santana. Uma viagem com duração de seis horas para conhecer o planetário e o ZKP4 Quinto - equipamento que projeta os filmes na cúpula.
    Eles foram recepcionados pelo diretor do Museu, Basílio Fernandez, e assistiram ao filme “ABC das Estrelas”. Preferiram não se identificar para a reportagem da assessoria de comunicação (Ascom) da Fundação Egberto Costa, autarquia da Prefeitura de Feira de Santana responsável pela administração do equipamento, mas compartilharam a experiência nas redes sociais e elogiaram o Governo Municipal pela estrutura.
    De acordo com Basílio Fernandez, o movimento neste primeiro dia superou as expectativas, inclusive ultrapassando a capacidade de assentos. “Consideramos um resultado muito positivo, especialmente pela quantidade de famílias presentes. O que proporciona as pessoas uma melhor companhia, com o pai, filho, tios, parentes”, observa.
    “Esse momento de aprendizado vai para casa. As pessoas conversam e acaba resultando, por exemplo, na compra de um telescópio, o interesse mútuo no assunto, continuação na internet, à extensão no aprendizado. Acaba sendo mais contundente, tem mais reverberações”, considera o diretor.
    Através da Fundação Cultural Egberto Costa, a Prefeitura Municipal de Feira de Santana tem colocado em prática os projetos de educação e tecnologia que vem se desenvolvendo dentro destes 10 anos do Museu Parque do Saber.
    A programação da Sessão de Férias continua nos próximos dias 10, 11, 16, 17, 18, 23, 24, 25, 30, 31/01 até 01/02, pontualmente às 15h00. As sessões públicas continuarão aos domingos, pontualmente as 17h00, no Museu Parque do Saber

AUTORIA: Release do Ascom Funtitec
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SOMOS TUDO ISSO MESMO: FEIRA NOISE 2018 FOI MARCADO POR DIVERSIDADE

Tema deste ano ecoou em todos os espaços do evento que terminou no último domingo (25), em Feira de Santana

Publicado em: 29/11/2018 - 09:11:51

    O final de semana foi marcado pelo Feira Noise Festival, que aconteceu pela oitava vez na cidade de Feira de Santana (BA), há cerca de 114 km de Salvador. Mais de 30 atrações passaram pela Concha Acústica do Centro de Cultura Amélio Amorim, levando ao público novidades da música brasileira contemporânea e reafirmado o evento como um dos maiores, mais respeitados e conceituados festivais de artes integradas do Nordeste.
    O tema deste ano, “Somos Tudo Isso Mesmo”, ecoou em todos os espaços do festival, colocando em pauta a diversidade de cores, credos, identidades e gêneros, representados pelos artistas que se apresentaram ao longo dos três dias de programação. Além dos shows, o público também prestigiou intervenções artísticas, graffiti ao vivo e a Feira Camelô, que evidenciou marcas e empreendedores locais.
    Uma das prioridades da produção este ano foi colocar mais artistas mulheres no palco. Teve representação feminina forte no rap, no rock, no pop e no metal, com nomes como a pernambucana Duda Beat, atração mais esperada do domingo (25). “É importante a gente estar dentro de um festival que está lutando por uma resistência cultural, ainda mais sendo interior da Bahia”, destacou a cantora e compositora disputada por grandes festivais Brasil afora.
    Rafael Costa, vocalista da banda santista Zimbra, comentou sobre a sua felicidade em poder tocar fora dos grandes eixos do Brasil. “O Brasil tem esse lance de ter um tamanho de um continente, em um dia você está tocando em Porto Alegre e no outro você está em Manaus. É maravilho sair de casa e ver que a galera curte o som da banda, independentemente de onde elas estão”, disse.
    Da cena regional, os juazeirenses da P1 Rappers representaram o rap baiano na programação. “Nós somos ribeirinhos. Temos esse som que é universal, que é o rap, mas temos referências muito extensas. No Vale do São Francisco nós que encabeçamos essa ideia de levar rap para o interior. Como hoje o rap vem crescendo no Brasil, no Vale não foi diferente”, contou o vocalista Euri Mania.
    Natural de Alagoinhas, Hiran trouxe o discurso de resistência do movimento LGBT em suas rimas. O também rapper que vem ganhando o país lembrou o quanto é difícil alcançar os meios de produção até mesmo dentro da cena do hip hop. “A gente vê no rap uma porta pra desabafar, ele é muito direto em sua fundação, é um protesto, mas a gente enquanto LGBT nunca conseguiu se encaixar”.
    O discurso de resistência também esteve presente no show da Dona Iracema. Na ocasião, a vocalista transexual Balaio falou sobre a aceitação de pessoas trans na cena do hardcore. “Há 1 ano eu decidi que ia começar a falar sobre este assunto e criar uma rede de apoio e aos poucos eu fui tomando coragem. Cheguei à conclusão que talvez seja hora de ajudar outras pessoas assim como Laura Jane Grace e Mina Caputo me ajudaram e outros cantores e cantoras trans e LGBT em geral”, comentou.
    DJ e produtor de Feira de Santana, Lerry disse que se sentiu “lisonjeado em participar da programação do Feira Noise” mais uma vez. “Eu já participei de outras edições com outros projetos e eu vejo que esse festival é o que a gente tem de melhor e onde a gente tem oportunidade de ouvir o que está sendo produzido no Brasil”, disse. “Nós feirenses ficamos às vezes até isolados por conta da falta de apoio do poder público, quando você tem a oportunidade de mostrar seu trabalho para artistas do Brasil todo é muito importante. É momento de lobby, de comércio, é como se fosse uma feira de música aqui pra gente”, concluiu.

AUTORIA: Assessoria de Imprensa | VAGALUME ASSESSORIA
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STREET JAZZ E DANÇA DO VENTRE ENCERRAM O BAILARES FESTIVAL


Publicado em: 21/11/2018 - 10:11:00

    Em sua terceira edição, o Bailares, festival de dança realizado em Feira de Santana, concluiu suas atividades no último sábado, dia 16 de novembro. Com aulas de Ju Mascarenhas (street jazz) e da Trupe Mandhala (dança do ventre), os workshop’s aconteceram na academia Space Park.
    A professora Jamile Menezes se inscreveu a fim de um aprimoramento. “Vim para ampliar a busca de uma técnica, já que faço parte do grupo Divas do Ventre”, afirmou ela. Os participantes variavam entre profissionais que já se apresentaram a pessoas que nunca haviam experimentado a dança.
    Integrante da Trupe Mandhala, Viviane Macedo ressaltou que essa terceira edição foi um desafio por questões de logística e estrutura. “Recebemos um valor de financiamento menor em relação aos anos anteriores, mas não queríamos deixar de praticar. E avaliando, saímos com a sensação de que foi feito da melhor forma que pudemos, com carinho, com amor, com o máximo de qualidade. A gente conseguiu abraçar uma quantidade interessante de pessoas nos workshops. Em 2012, que foi o primeiro ano, e depois em 2014, o financiamento foi através de edital do Estado. Depois o cenário de políticas públicas ficou complicado. A vontade sempre existiu. Esse ano conseguimos realizar, através da Belgo. Por conta própria não dá, porque acontece de forma gratuita, democrática”.
    Andrea Farias, também membro da Trupe, enfatizou a necessidade de aprovação e seleção em editais. “Do que depender de nós sempre acontecerá. Mas nos sujeitamos a patrocínios, a ajudas financeiras. Foram oferecidos espetáculos gratuitos além dos workshops. Esperamos que nos próximos anos o Bailares aconteça, que sejam anos positivos. Nosso desafio é que ocorra com edital ou não”, declarou entusiasmada.
    No dia 25 de novembro acontece uma culminância de arte integrada dos projetos financiados pela Belgo, no Casarão da Froes da Motta e na praça, com apresentação da Trupe Mandhala, da qual também fazem parte Antonia Lyara e Mary Figueredo. Além delas se apresenta o pessoal do Beco da Energia, do Hip Hop, da Jam, da grafitagem, dentre outros.
    A Trupe Mandhala, idealizadora do Bailares Festival, dá aulas às sextas-feiras no Centro de Cultura Amélio Amorim, das 19:30h às 21:30h, onde ocorre um rodízio de professoras, com didáticas e estilos diferentes.

AUTORIA: Laísa Melo
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ESTUDANTES DA FTC SELECIONADOS PARA ETAPA INTERNACIONAL DE EVENTO DA NASA


Publicado em: 24/10/2018 - 11:10:24

    Desafio é a palavra. E foi com a disposição de fazer a diferença que um grupo de 10 estudantes dos cursos de Sistemas da Informação, Engenharia Civil e Engenharia Ambiental da FTC Feira de Santana participaram da 7ª edição da Hackathon, evento da NASA realizado em Salvador, no final de semana.   Deles, três foram vencedores da competição, que durou mais de 40 horas, entre os dias 18 e 21, e reuniu cerca de 100 concorrentes.
    No mesmo período em que acontecia na capital baiana, a Hackathon reunia competidores em todo o mundo. Para garantir o caráter multidisciplinar da disputa, cada grupo foi formado por representantes de cursos diferentes. A equipe vencedora teve quatro integrantes, sendo três de Feira de Santana, Filipe Ribeiro Brito, Ruanderson Vieira Silva Mira e Elton da Silva Pereira, e um de Salvador, Thiago. Uma mistura de pessoas e de ideias.
    Além dos campeões, que passaram para a etapa internacional, concorrendo a uma visita à sede da NASA, nos Estados Unidos, um segundo grupo da FTC Feira de Santana conquistou o terceiro lugar. Todos muito focados, desde a inscrição, quando responderam a questionamentos básicos como interesse por tecnologia, ciências e arte ao nível de conhecimento sobre a organização internacional.
    “Foram quatro dias de imersão”, contou o professor Fabrício Oliveira, coordenador do curso Sistemas da Informação da FTC Feira, lembrando que os estudantes participaram do Bootcamp, um encontro para dirimir dúvidas. Fabrício destacou o empenho de todos, em cumprir os desafios, para criar soluções para a vida na terra e/ou no espaço, “unindo ciência, tecnologia e criatividade para propor inovação”, conforme definiu.
    A ideia é criar, considerando os critérios de criatividade, relevância, impacto, validade científica e apresentação da proposta. “Pode ser um aplicativo, um equipamento ou um jogo”, sugeriu o professor Fabrício, informando que na próxima etapa, os selecionados deverão apresentar a proposta de solução em inglês, por meio de um vídeo de trinta segundos.  Não por acaso eles serão contemplados com bolsas para o curso de inglês Think.


AUTORIA: Madalena de Jesus
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LIVRO LANÇADO NA MOSTRA TÉCNICA BASEADA NA CONVIVÊNCIA COM ANIMAIS - FTC


Publicado em: 21/10/2018 - 04:10:13

    O que passa pela cabeça das pessoas quando veem alguém levando um cão pela coleira? Companheirismo, sentimento de posse, relação de afetividade, dentre outras sensações, afinal dizem que é o maior amigo do homem. Mas o que ninguém imagina é que esse simples hábito pode ser um tratamento, como mostra o livro assinado pelas fisioterapeutas Itana Nogueira, Gabriela Almeida e Maiana Soares, lançado esta semana na FTC Feira de Santana, na programação da X Jornada de Fisioterapia (JOFISIO).
    Passear segurando a coleira do cão pode ativar o estímulo neuromuscular e a coordenação motora. É, também, considerada uma atividade de força, alongamento e extensão dos membros superiores. O resultado destas e de outras ações com vários tipos de animais é mostrado pela obra, originada de trabalhos de pesquisa das então estudantes de Fisioterapia Gabriela e Maiana, recém-graduadas pela Instituição, com orientação da professora Itana Nogueira.
    Alimentar o cão, o jabuti ou o cavalo estimula todos os dedos para segurar o alimento; banhar o jabuti provoca o estímulo sensório motor, tanto nas mãos e punhos que seguram, como as que molham o animal; ouvir o latido dos cães, o cantar dos pássaros ou o piar dos pintinhos desenvolve a fala por meio da repetição e desenvolve a pronúncia das palavras. O efeito da terapia com animais tem a ver também com a emoção, pois age diretamente no desenvolvimento cerebral.
    O livro, intitulado “Terapia Assistida por Animais: Estimulando o desenvolvimento infantil”, tem prefácio de Mabel Barbosa Esteves, doutora em Química Biológica pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Ela diz que a popularização das técnicas fisioterapêuticas é de extrema valia para o sucesso do tratamento neurológico e estímulo ao desenvolvimento infantil. Segundo ela, a prática “ já extrapolou os muros das instituições de ensino superior, ganhando escolas, hospitais e consultórios.
    No ato de lançamento da obra, Itana Nogueira falou sobre o caminho percorrido até chegar ao trabalho final. Sempre acompanhada da cadela Charlote, que faz parte do projeto desde o momento inicial, ela disse que os resultados impressionam pela nítida evolução dos pacientes. Os efeitos emocionais também são observados, inclusive por Gabriela e Maiana, que garante: Até sentar no chão para brincar com um animal pode fortalecer a musculatura do corpo para novas habilidades.
    A professora Marcly Amorim Pizzani, diretora da FTC Feira de Santana, elogiou a iniciativa da professora Itana Nogueira, bem como das egressas, não somente pela realização dos estudos, como a socialização desse conhecimento por meio da publicação de um livro. “O ensino não é limitado à sala de aula”, afirmou, destacando os projetos de extensão desenvolvidos pela Faculdade, sempre com foco na formação profissional, sem descuidar da responsabilidade social.
    Além do livro, foram apresentados durante a JOFISIO vários projetos de pesquisa de iniciação científica, com temáticas variadas, desde a importância dos exercícios, os riscos da obesidade, os benefícios da intervenção assistida por animais à saúde do idoso. Houve ainda uma vasta programação de palestras e minicursos. O tema central da jornada, segundo a coordenadora do colegiado, professora Cristina Borges, foi “Inovação e perspectivas no campo da Fisioterapia”.

AUTORIA: Release da Ascom da FTC - Madalena de Jesus
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CONCERTO MÚSICAS BRASILEIRAS EMOCIONA PÚBLICO NO AMÉLIO AMORIM


Publicado em: 21/10/2018 - 03:10:21

    Aproximadamente 80 crianças e adolescentes do Núcleo Antônio Gasparini de Prática Musical, um dos 13 núcleos da NEOJIBA (Núcleos Estaduais de Orquestras Juvenis e Infantis da Bahia), participaram nesta sexta-feira (19) do concerto Músicas Brasileiras no Centro de Cultura Amélio Amorim.  O evento emocionou o público que lotou o teatro. Convidados especiais da Orquestra, músicos em geral e amantes da boa música esgotaram os ingressos já na véspera do Concerto.
    Clássicos de compositores como Alceu Valença, Dorival Caymmi, Luiz Gonzaga, Caetano Veloso, dentre outros nomes da música brasileira, especialmente do Nordeste, foram interpretados pelo Coro Formação e pela Orquestra Juvenil de Feira de Santana que contou também com a participação especial da cantora Pétala. O espetáculo foi dedicado a Feira de Santana numa atmosfera sonora de reflexão política e social, com uma singela homenagem ao mestre de capoeira assassinado Moa do Katendê.
    O concerto Músicas Brasileiras é uma das atividades realizadas pelo Núcleo Antônio Gasparini que realizou diversas apresentações musicais desde 2015 e já alcançou um público de mais 1.500 pessoas. O Coro Formação e a Orquestra Juvenil de Feira de Santana fazem parte Núcleo que acolhe centenas de crianças de Feira de Santana e região circunvizinha.
    De acordo com os organizadores, o concerto nasceu para facilitar o acesso da música orquestral a todos os públicos e devolver para a comunidade uma mostra do que é possível fazer pelos jovens da comunidade a partir da música. "Nossa atividade se torna fundamental quando vemos o encantamento das pessoas ao conhecerem como desenvolvemos esses jovens através do ensino da música", declara o professor Eduardo Brito, diretor do Instituto Antônio Gasparini, instituição responsável pela parceria do Núcleo com a NEOJIBA.
    O espetáculo contou com o patrocínio da OL Papéis, por meio de incentivos fiscais estaduais, e também com o apoio da Prefeitura de Feira de Santana e de outras instituições que abraçam o projeto, assim como voluntários de diferentes áreas que ajudam tanto o concerto quanto o Núcleo e o Instituto Antônio Gasparini.

Um pouco mais sobre o Núcleo, o Instituto e o NEOJIBA
    O Núcleo Antônio Gasparini de Feira de Santana, com sede no Centro Social Urbano (CSU), no bairro Cidade Nova, foi criado em 2014 para o desenvolvimento e a integração social de crianças, adolescentes e jovens por meio do ensino e da prática musical coletiva, a partir de uma parceria entre os Núcleos Estaduais de Orquestras Juvenis e Infantis da Bahia (NEOJIBA) e o Instituto Antônio Gasparini (IAG). O núcleo já acolheu centenas de integrantes em toda a região de Feira de Santana e cidades circunvizinhas, desenvolvendo diversas ações ligadas à formação musical, como iniciação musical, canto coral, ensino coletivo de instrumentos, prática orquestral etc. Atualmente, o Núcleo conta com o patrocínio da OL Papéis por meio de incentivos fiscais estaduais.

IAG - Instituto Antônio Gasparini
    O IAG é uma instituição sem fins lucrativos que promove a autonomia e o desenvolvimento humano a partir de atuações que dialogam com as políticas públicas de ação e justiça social.  O Instituto foi criado em 2012 e conta com uma equipe multidisciplinar e uma rede de voluntários que, juntos, promovem atividades culturais, lúdicas, artísticas e de assistência para crianças, adolescentes, jovens e idosos, especialmente em situação de risco social. Sua sede está localizada na Rua Lamarão, nº 01, bairro Cidade Nova, Feira de Santana (BA). Contato (75) 3022 4448.
    O programa NEOJIBA é um exemplo inovador de política pública que alia, de forma pioneira na Bahia, as áreas da cultura, da educação e do desenvolvimento social. Foi criado em 2007 pelo pianista, educador, regente e gestor cultural Ricardo Castro e sua gestão é realizada por uma organização social, o Instituto de Ação Social pela Música (IASPM). Os Núcleos Estaduais de Orquestras Juvenis e Infantis da Bahia já beneficiaram cerca de 6,5 mil crianças, adolescentes e jovens, direta e indiretamente, desde a sua criação. Hoje são 13 núcleos atuando em diferentes regiões do estado, um deles encontra-se em Feira de Santana! Saiba mais em www.neojiba.org.

AUTORIA: Release: Culturasss - Cid Fiúza
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A EDUCAÇÃO DO BRASILEIRO E A RESSACA DA ELEIÇÃO

Fotos de Beto Souza denunciam mais uma vez a falta de qualificação dos nossos candidatos aos mais diversos cargos na administração pública!

Publicado em: 15/10/2018 - 01:10:08

    Invariavelmente nosso colaborador Beto Souza, retratista de carteirinha de Feira de Santana, que gosta de estar em todos os eventos de importância da cidade, principalmente aqueles que revelam as tradições feirenses, também não perdoa nossa falhas, e registra do mesmo modo o que vê e gosta e o que não concorda, independente das possíveis regras sociais ou concessões que a qualquer hora teremos que deixar de fazer.
    Todos os anos Beto dá um passeio por alguns dos locais onde estão instaladas as tantas Zonas Eleitorais da cidade, e documenta a sujeira que alguns (a maioria) dos candidatos fazem durante a noite para burlar a proibição da boca de urna, a sujeira espalhada pelo chão chega a provocar acidentes, tanto no ano passado como neste ano de 2018 ocorreram quedas de motoqueiros provocadas pelo excesso de santinhos que comumente cobrem as calçadas espalhados pelo chão e os passeios nas proximidades dos locais de votação. Existem relatos de quedas de idosos que escorregam na papelada criança e pessoas com deficiências.
    A população, na verdade, deveria reagir e não votar em quem tivesse santinhos espalhados pela calçada, se os eleitores demonstrarem consciência e repúdio as atitudes que violem as leis, os políticos mais “caras de pau” se sentirão intimidados a praticarem as barbaridades que temos testemunhados todos os dias no Brasil. Quando o proponente ao cargo público, na campanha já cria artifícios para burlar a lei e nós consentimos, imaginem o que eles não vão fazer depois de eleitos?
    Somos nós, a população, os responsáveis pelas mudanças dos políticos. Se agirmos com seriedade e dignidade estaremos impondo o mesmo comportamento para aqueles que se propõem a nos representar. Quando admitimos pequenas transgressões e elegemos desviantes, quais as razões que eles terão para não praticarem os grandes desvios? O cenário é este que estamos assistindo atualmente, corrupção, mentiras e um mundo de deformações que nos oferece um futuro incerto e obscuro.
    Não choveu, se tivesse ocorrido um forte chuva, a rede de escoamento de águas pluviais estaria mais comprometida do que já está. Testemunhamos invariavelmente ruas alagadas nos temporais mais severos, fruto de nossa própria falta de educação, que devemos corrigir, mas para políticos que se propõem a defenderem os interesses da população contribuírem, deliberadamente, danificar o patrimônio e o serviço público é um absurdo. O certo é que os eleitores se recusem a votar em qualquer candidato que jogue papel pelas ruas em dias de eleição, como temos visto até neste último pleito eleitoral de 07 de outubro de 2018.
    Estamos publicando as fotos mais flagrantes feitas por Beto Souza, veja, e não admirem, reprimam este ato de vandalismo que nosso amigo e colaborador registra em todas as eleições. Vejam as fotos!

AUTORIA: Viva Feira a partir de foto de Beto Souza
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CRIANÇAS E SEXUALIDADE

Tema abordado em Seminário provocou ampliação de debates da maior importância para pais e educadores

Publicado em: 02/10/2018 - 22:10:57

    No último sábado, dia 29 de setembro, discutiu-se sobre  sexualidade e a infância.  Diversos profissionais agregaram saberes ao evento promovido pelo Instituto de Desenvolvimento Humano Évora (Idhe). A pedagoga Ana Cristina Silva salientou a necessidade de acrescer as discussões. “Existem no meu campo de atuação alguns problemas que os alunos manifestam que foram produzidos na infância. O percentual de crianças atingidas eleva os olhares para o espaço acadêmico. Há um grande número de estudantes com ansiedade, comportamentos autolesivos, com depressão e outros transtornos, como pânico, claustrofobia, disfasia.”
    A Drª Camila Trabuco, conselheira da OAB-Feira de Santana,  abordou o tema tratando da sexualidade diante do número de vítimas. Ressaltou também sobre o namoro na infância. “É preciso entender porque a legislação pune com tanto rigor. É importante acompanhar as modificações sociais. A pedofilia deve ser combatida. Através do disque-denúncia, de delegacias, da Defensoria Pública, do Ministério Público. E os agressores também tem que se conscientizar. A Justiça tem se fortalecido para salvaguardar os direitos da criança. A Polícia Federal já pode investigar, rastrear cenas de sexo com crianças e adolescentes. Esse tipo de ação tem que ser coibido. É identificar os pólos de agressores para puni-los, exterminá-los.”
    Um dos organizadores do evento, Rafael Lima, destacou a importância do debate promovido e o bom desempenho das palestras. “Para levar conhecimento abrangendo uma gama de assuntos”.
    Samara Amorim, formanda de Psicologia, mostrou-se surpresa com o evento. “A organização, o pensar de cada palestrante. Foi bastante gratificante. E a interface da Psicologia com a atuação do professor me chamou bastante a atenção.”
    “No início a gente encontra desafios. Participar dos eventos e palestras. Idealizadora. O que é bom a gente saber é que trazem esse contexto de saber lidar com as crianças. Ter conhecimento sobre esses assuntos.”, afirmou Diulie Daiane Aragão, monitora e idealizadora.
    David de Souza, professor de Segurança do Trabalho e aluno de psicologia disse que “não esperava que o nível do evento fosse tão bom.  Estou disposto a participar de outros que deem ênfase. quero deixar o recado pra outros colegas que venham e participem. Trazem a luz de assuntos que devem ser discutidos.”
    Alyxi veloso, assistente social, explicou a atuação do Núcleo de Apoio à Saúde da Família. “ A gente tem uma equipe multidisciplinar com trabalhos voltados pra saúde na escola. Tratamos sobre as demandas trazida pelas denúncias e visita domiciliar, para o indivíduo que precise de proteção.  A  escola quando percebe precisa comunicar à família.  Há comportamentos notórios. Ardor nas partes íntimas, isolamento. Se houver lesão, deve-se encaminhar aos profissionais de saúde. E à área jurídica, para que se tome providências. A família deve perceber se a criança tem algum medo de ficar com alguma pessoa, seja da família, amigos, vizinhos.  Ela é ameaçada a não contar. Isso pode ser observado., as mudanças.”
    O Dr. Carlos Henrique, psicanalista, Dra. Mirella Lóia, pediatra, e a psicóloga Dra. Joseneide Bezerra, acrescentaram compreensões acerca da sexualidade infantil. “É um assunto que está sendo construído. Em que idade explicar a identidade de gênero. Têm situações que não são percebidas. O contexto familiar em vez de ajudar, pode piorar. O preparo para lidar com o assunto é importante. Essa coisa de querer agradar muito a criança deve ser verificado. O que está por trás desse comportamento. E se a família não consegue abordar, o ideal é procurar o serviço de saúde”, explicou Joseneide
    O Instituto Évora promove eventos na área acadêmica. E no dia 10 de novembro convida para mais um acontecimento. “Navegar é preciso, proteger também!” Com certificado de 10 h, o tema vai tratar sobre mídias, redes sociais e o afetivo relacional dos adolescentes”.

AUTORIA: Release de Laisa Melo de Britto



BANDO ANUNCIADOR 2018 - A GRANDE MANIFESTAÇÃO CULTURAL FEIRENSE

Dia 08 de julho os feirenses saíram às ruas para anunciarem a festa da padroeira, Sra. Sant`Anna.

Publicado em: 12/07/2018 - 02:07:47

    Onze anos da retomada da tradição feirense que foi violentamente proibida por um clérigo preconceituoso e despreparado, e por gestores públicos que apesar de populistas nunca tiveram ligação verdadeira com a alma e a história de nosso povo!
    O Bando Anunciador teve seu início há muitos anos por manifestação espontânea de cidadãos feirense, que como conta a história (lenda ou não), boêmios e bons vivans, mas que logo foi apoiado por outras figuras também festivas por aprovarem a ideia de anunciar a festa da padroeira. Aos pouco cresceu com a participação de moradores dos bairros e periferia, que não demoram a se organizarem em pequenos bandos, para na Praça da Matriz formar o bando maior, aquele que anunciava a festa da padroeira pelas ruas da cidade.
    Era mais ou menos como a “levagem da lenha”, que mobilizava moradores de todos os bairros, periferia e zona rural para trazerem madeira a fim de montarem duas fogueiras que iluminaria os dias da Novena de San`Anna. Se o Bando já começava com uma manifestação festiva, já que os primeiros que chegavam na Praça da Matriz cantado e dançando haviam saído dos meretrícios do Beco do Mocó e da Energia, onde esperavam amanhecer para começar o furdunço, os moradores que levavam a lenha espontaneamente para montar a fogueira que iluminariam a festa não eram tão festivos no começo, mas não demorou para que alguns enfeitassem os jegues que carregavam as lenhas com papel crepom, transformando a levagem da lenha em um festa que passava a se assemelhar a “lavagem da igreja” com água de cheiro, que logo também virou um cortejo festivo. Nossas três manifestações culturais que foram debeladas por falta de identidade com a história de nossa cidade.
    Ainda trataremos aqui no Viva Feira, com suporte de mestres em história destas matérias que tanto dizem de nossa origem e identidade cultural, Fato é que como nos primórdios do Bando, atualmente um grande número de bairros, instituições e empresas formam pequenos grupos que às 07:00 h, se reúnem próximos a praça da Matriz para formar o GRANDE BANDO ANUNCIADOR, que tivemos o privilégio de acompanhar, e vimos se estender desde a concentração na Praça Padre Ovídio, seguindo pela Rua Conselheiro Franco, Praça Dr. Remédios (Igreja dos Remédios), Beco do França, Av. Senhor dos Passos, Praça João Pedreira, Rua Marechal Deodoro, Beco da Energia e do Mocó e finalmente voltando a Rua Conselheiro Franco e Praça da Matriz onde acontece a dispersão. Foi um mar de gente, alegre, festiva, divertida e curtindo as mais variadas indumentárias com os mais diversos temas.
    Sem dúvida foi o maior número de participantes. Não temos uma contagem oficial, mas com certeza, superou em muito vinte mil (20.000) participantes. Impressionante em determinados momentos não conseguíamos atravessar a rua de um lado para o outro devido à massa de foliões que se aglomeravam em algumas partes do Bando,
    Tranquilo, pacífico, com demonstrações de uma educação pouco comum em eventos como este, transbordando alegria e animação como só testemunhamos igual nos Bandos dos anos anteriores. As fantasias inspiradas em personagens da TV, de filmes, das revistas em quadrinhos, além de anjos, demônios, monstros de toda espécie e planetas coloriam, alegravam e divertiam a avenida transbordando o bom humor feirense, que muitos não sabem, sequer, que existe. A criatividade e a improvisação não têm limites e tem muita graça, realmente!
    Ao CUCA/UEFS teremos essa eterna dívida de gratidão por nos devolver, com sua iniciativa corajosa em 2007, nosso Bando, nossa festa, que emanou originariamente do povo feirense, e que estamos vendo repetir nesta retomada na esperança que dure para sempre.
    De todo modo, temos que agradecer a competente equipe do CUCA, que nos proporciona, todos os anos, a possibilidade de realizar este evento, razão pela qual citamos a pessoa de sua Diretora Rosa Eugenia Vilas Boas, e aos dirigentes da UEFS que apoiam integralmente o trabalho do CUCA, pelo que citamos seu Reitor, Evandro do Nascimento, presente a todos os eventos culturais promovidos pela Instituição. É bom sempre abrir um parêntese para mencionar o ex-Reitor da UEFS, Professor José Carlos e a ex-Diretora do CUCA, Selma Oliveira, que deram o pontapé inicial nesta retomada de identidade cultural de um povo!
    O Viva Feira como sempre compareceu ao Bando, e ainda contou com o valioso apoio do mais importante retratista destas plagas, nosso amigo Beto Souza, e filmamos e fotografamos o evento, de modo a oferecer uma pequena amostra daquela festa maravilhosa. Os vídeos estão em fase de edição e serão postados o mais breve possível,  e os álbuns de fotos com aproximadamente setecentos (700) registros podem ser vistos ao final desta matéria. As pessoas fotografadas podem baixar ou copiar as fotos, mas em caso de publicação, onde quer que seja, solicitamos a citação da fonte (vivafeira.com.br).
    Enquanto aguardam os vídeos curtam as fotos postadas abaixo nos seis álbuns que conseguimos elaborar.

AUTORIA: Viva Feira

Bando Anunciador 2018 - Olhar De Beto Souza - Álbum1
Bando Anunciador 2018 - Olhar De Beto Souza - Álbum2
Bando Anunciador 2018 - Olhar De Beto Souza - Álbum3
Bando Anunciador 2018 - Álbum1
Bando Anunciador 2018 - Álbum2
Bando Anunciador 2018 - Álbum3


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