O ANIVERSÁRIO DA FILARMÔNICA 25 DE MARÇO SERÁ COMEMORADO COM A RETRETA NO CORETO DA PRAÇA DA MATRIZ NO PRÓXIMO DIA 25 ÀS 19H
O projeto Retreta é uma produção da Sociedade Filarmônica 25 de Março, por meio da Lei Rouanet, com patrocínio da Rede Menor Preço, DPC Distribuidora e da Bartofil, apoio institucional da Fundação Senhor dos Passos e realização do Ministério da Cultura, Governo do Brasil.
A palavra "Retreta" tem sua origem no francês "retraite", o que significava originariamente um toque militar ao final do dia, para sinalizar o recolhimento de soldados ao quartel. Posteriormente passou a denominar apresentações musicais de bandas em praças públicas, muito comuns no interior do Brasil. Em Feira de Santana, a sociedade feirense mantinha em princípio duas Filarmônicas que realizavam apresentações em suas sedes na Rua Direita (hoje Conselheiro Franco) e em todos os eventos públicos e comemorativos que aconteciam na cidade. Vale comentar "en passan" que as Filarmônicas mantian no seu espírito características da política da cidade, ou seja, cada uma delas ligadas a determinados partidos. Mais tarde surge na cidade a Filarmônica Euterpe Feirense. que também vai ter suas características no contexto social de Feira.
O momento de grande apoteose das filarmônicas, sem dúvidas, se dava exatamente em suas apresentações nos coretos da cidade, durante datas comemorativas e festas de largos, o que permitia a assistência de toda população, permitindo aos não sócios das agremiações a usufruirem da boa música que emanava da essência e dedicação dos abnegados e talentosos músicos que aqui viviam.
Resgatar a Retreta, é resgatar a história de uma cidade. Feira de Santana mantinha três Filarmônicas lideradas por artista telentosos que depois foi enriquecida ainda mais com a Banda (também Filarmônica) da Polícia Militar, que levavam alegria, cultura e diversão para a população feirense, quando o rádio ainda era mambembe e a televisão pura ficção.
Uma outra característica que as Retretas sempre tiveram é que sempre foram apresentações musicais gratuitas feitas por bandas, geralmente militares (no início, la na França), em locais públicos como coretos ou praças, muito populares no século XIX. Segundo pesquisa a paravra originária do francês também se referia ao toque militar de recolhimento aos quartéis.
Os concertos, desde sempre, costumavam incluir marchas e dobrados, sendo uma tradição cultural das cidades do interior, normalmente as mais próspera do Brasil.
Feira de Santana foi rica em muitas Retretas, o que torna imperativo que fiquemos gratos aos organizadores deste resgate musical, histórico, que recupera nosso passado e nossa memória. Vale ressaltar nesta jornada: a Fundação Senhor do Passos, a Filarmônica 25 de Março, as demais Filarmônicas, Vitória e Euterpe Feirense, e todos esse músico, maestros, compositores maravilhosos que mantém viva esta chama da vida feirense!
E a Retreta continua!
Próxima apresentação: 25 de março, aniversário da
Filarmônica 25 de Março
•Coreto da Matriz às 19h
O projeto Retreta é uma produção da Sociedade Filarmônica 25 de Março, por meio da Lei Rouanet, com patrocínio da Rede Menor Preço, DPC Distribuidora e da Bartofil, apoio institucional da Fundação Senhor dos Passos e realização do Ministério da Cultura, Governo do Brasil.
AUTORIA: Viva Feira
PROJETO RETRETA CONFIRMA NOVA DATA PARA SEGUNDA APRESENTAÇÃO APÓS O ADIAMENTO POR CAUSA DAS CHUVAS
A música está afinada, o coreto preparado e a praça pronta para receber o público. A Retreta se aproxima. Filarmônica 25 de Marco
A segunda apresentação do Projeto Retreta já tem nova data confirmada. O evento, que estava previsto para o último sábado, 28 de fevereiro, foi adiado em razão das chuvas e da instabilidade do tempo em Feira de Santana. Agora, a apresentação acontece no próximo sábado, dia 7, às 19h, no coreto da Praça da Matriz.
A decisão pelo adiamento foi tomada por prudência, visando garantir a segurança dos músicos, a preservação dos instrumentos e o conforto do público. Apesar de o coreto contar com cobertura, a ocorrência de chuva poderia comprometer a estrutura e dificultar o acesso das pessoas ao local.
Promovido pela Sociedade Filarmônica 25 de Março, o Projeto Retreta resgata a tradição das apresentações musicais em praça pública, reunindo repertório histórico e clássicos da música brasileira em arranjos especiais para banda.
Nesta segunda edição, a anfitriã recebe como convidada a Sociedade Lítero Musical Minerva Cachoeirana, da histórica cidade de Cachoeira, no Recôncavo Baiano. A participação reforça o intercâmbio cultural entre filarmônicas do estado e valoriza a tradição das bandas centenárias da Bahia.
A programação inclui ainda a exposição fotográfica “Notas de um Tempo Antigo: Imagens que Contam Histórias”, com registros raros da história de Feira de Santana, instalada em área próxima ao coreto, permitindo ao público uma verdadeira viagem pela memória da cidade.
O Projeto Retreta é uma produção da Sociedade Filarmônica 25 de Março, por meio da Lei Rouanet, com patrocínio da Rede Menor Preço, DPC Distribuidora e Bartofil, apoio institucional da Fundação Senhor dos Passos e realização do Ministério da Cultura, Governo do Brasil.
AUTORIA: Release da Ascom da Filarmônica 25 de Março
PROJETO RETRETA - VÁ A PRAÇA DA MATRIZ
A música está afinada, o coreto preparado e a praça pronta para receber o público.
A Retreta se aproxima. Filarmônica 25 de Marco
A Filarmônica 25 de Março abre a programação do Retreta com um concerto ao ar livre, com a convidada Sociedade Lítero Musical Minerva Cachoeirana, seguido da exposição "Notas de um Tempo Antigo: Imagens que Contam Histórias", reunindo fotografias antigas que resgatam a memória da cidade.
Exposição fotográfica com imagens antigas de Feira de Santana. Uma viagem na história!
O projeto Retreta é uma produção da Sociedade Filarmônica 25 de Março, por meio da Lei - Rouanet, com patrocínio da Rede Menor Preço, DPC Distribuidora e da Bartofil, apoio institucional da Fundação Senhor dos Passos e realização do Ministério da Cultura, Governo do Brasil.
No dia 28 de fevereiro, às 19 horas, o coreto da Praça da Matriz será palco de uma noite que conecta passado e presente de Feira de Santana.
Um encontro gratuito, aberto a toda a população, para celebrar história, cultura e pertencimento.
O projeto Retreta é uma produção da Sociedade Filarmônica 25 de Março e apoio institucional da Fundação Senhor dos Passos, com patrocínio da Rede Menor Preço, DPC Distribuidora e Bartofil, através da Lei Rouanet.
- No Coreto da Matriz
- Horário 19h
- Dia 28 de fevereiro
- Filarmônica convidada: Sociedade Lítero Musical Minerva Cachoeirana
- Realização: Ministério da Cultura, Governo do Brasil
AUTORIA: Release do Filarmônica 25 de Março
LOCALIZADA EM FEIRA DE SANTANA, EMPRESA INOVA COM PRODUÇÃO DE INSUMO NONOFOTOPROTETOR
Bioindústria vende consultoria para grandes empresas e comercializa extratos pelo site www.puba.com.br. O nanofotoprotetor Plantprotek ainda não está à venda, porque se encontra na fase de testes de campo, mas, a partir do início de 2026, o produto deve começar a ser comercializado.
Durante uma caminhada numa trilha em Santo Amaro (BA), em 2021, as farmacêuticas Táris Maria e Acsa Magalhães, ao observar plantas nativas, identificaram as inúmeras possibilidades de aplicações que aqueles representantes da flora lhes sugeriam. Disseram: "Nossa biodiversidade é muito rica, por que não aproveitamos isso? Quando falamos de extratos de plantas do Brasil, a gente só pensa nos da Amazônia, mas os que são nativos da Caatinga e do Cerrado ainda são pouco explorados". Foi então que veio o estalo criativo e empreendedor: "Vamos montar uma empresa a partir desses elementos daqui!".
Este foi o primeiro passo para a criação da bioindústria Puba (@puba), uma startup sediada em Feira de Santana (BA), que produz insumos (extratos naturais a partir de espécimes da Caatinga e do Cerrado) para indústrias de cosméticos e para o agronegócio. Na trajetória da empresa, o Sebrae teve um papel de impulsionador, como relata a sócia-fundadora e CEO, Táris Maria Macedo de Santana. Ela é farmacêutica formada pela Ufba, em Salvador, e tem mestrado e doutorado em Recursos Genéticos Vegetais, pela Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS). Com apoio do Sebrae, participou de capacitações e eventos nacionais com foco em inovação e tecnologia.
"Nossa proteção é química e não física, como os concorrentes. É algo muito novo no Brasil. Nenhum concorrente utiliza essa tecnologia. O fotoprotetor, com certeza, vai explodir dentro e fora do Brasil"
Ao se referir aos produtos, Táris explica que, quando aplicados em cosméticos, esses ativos produzem na pele um efeito antioxidante, previnem contra envelhecimento e protegem contra os raios ultravioleta, agindo também como conservantes dos produtos. Mas não bastava inovar com insumos para cosméticos. Nas aplicações do agro, os ativos foram adaptados, virando a chave para dar surgimento à spin off. "Durante um evento, um pessoal da Faeb [Federação da Agricultura e Pecuária do Estado da Bahia] nos perguntou se tínhamos algo que aumenta o tempo de prateleira dos produtos. Fomos visitar fazendas no Vale do São Francisco com um técnico da Faeb e então entendemos que o maior problema deles em campo não era ampliar o tempo de preservação do produto, mas sim a insolação", explica.
A especialista explica que, para proteger frutas como manga e melancia, alguns produtores agrícolas aplicam um material que deixa a fruta com aspecto esbranquiçado. É uma espécie de argila, que funciona como um protetor solar. No entanto, o produto, além de recobrir a fruta com uma camada esbranquiçada, deixa marcas, o que é rejeitado para a exportação. "O fruto tem que ser lavado várias vezes e isso encarece o custo. Além disso, para amadurecer, precisa de alguns raios de sol e esse produto bloqueia qualquer tipo de raio solar. Sendo assim, a fruta não atinge a cor ideal nem fica tão doce", adverte.
Como solução, a Puba elaborou o Plantprotek, nanofotoprotetor, que conseguiu esse meio termo. "O nosso produto é transparente. Protege, mas permite a passagem de raios do sol. A tecnologia que desenvolvemos para o agro é a mesma que utilizamos nos insumos de cosméticos. Só adaptamos", explica. Para deixar o nanoprotetor com uma fotoproteção alta e sem rastro (película esbranquiçada), ele é nanotecnológico. "Nossa proteção é química e não física, como os concorrentes. É algo muito novo no Brasil. Nenhum concorrente utiliza essa tecnologia. O fotoprotetor, com certeza, vai explodir dentro e fora do Brasil", garante.
Táris Maria desenvolvia sua pesquisa de doutorado quando conheceu a outra sóciafundadora da startup e CTO da Puba, a então mestranda Acsa Magalhães, ao final da pandemia, em 2021, no laboratório da UEFS. Passado o período de lockdown, elas puderam voltar a frequentar o laboratório da universidade e, como ambas desenvolviam pesquisas na área de espécies nativas da Caatinga, resolveram inicialmente criar insumos para produção de cosméticos.
"Ο primeiro contato que a gente teve com Sebrae foi em 2022, foi quando incubamos no Parque Tecnológico. Surgiram, então, todas as oportunidades que tivemos para crescer nesse mundo de startup e ali ficamos até 2024. Tivemos capacitação empreendedora, mentoria e aceleração via Sebrae. Participamos do Sebraetec e do StartupNE; tivemos a oportunidade de ir a eventos com o Sebrae, tais como o Case, Web Summit, BTX e e-Agro, e ganhamos o Prêmio Desafio Sertão Empreendedor (2022). Temos essa gratidão com o Sebrae, que tem esse papel na nossa vida de ser impulsionador", afirma. Este ano, a dupla concorreu ao Prêmio Sebrae Mulher de Negócios na categoria Ciência e Tecnologia.
Cria da UEFS
A outra sócia-fundadora da Puba é a farmacêutica e CTO Acsa Magalhães. Ela se diz nascida e criada na UEFS, pois fez graduação (Ciências Farmacêuticas), mestrado e doutorado (Biotecnologia) na instituição feirense. Segundo ela, Puba significa "fermentação", em tupiguarani. O nome foi escolhido pelas sócias porque queriam uma palavra relacionada ao produto por elas elaborado. Os insumos desenvolvidos pela startup passam por um processo de fermentação, que é um dos métodos mais antigos para se conservar alimentos.
A cientista revela que foi um grande desafio criar algo novo, sem um modelo a ser seguido. "Tivemos que realizar muitos pré-testes, com muitos erros, até finalizar o produto. Outra dificuldade da dupla, no início, foi mudar a mentalidade científica e acadêmica para um mindset empreendedor. "Antes, pensávamos muito só em bancada de laboratório, até entendermos que o produto tem que ser escalonado", aponta. Acsa recorda que, antes, o linguajar da dupla era muito técnico quando tinham que fazer um pitch. "As pessoas não compreendiam e simplificamos a nossa linguagem. Hoje eu tenho certeza de que o empreendedorismo casa muito bem com a ciência", observa.
Desde novembro de 2024 a Puba começou a faturar. A bioindústria vende consultoria para grandes empresas e comercializa extratos pelo site www.puba.com.br. O nanofotoprotetor Plantprotek ainda não está à venda, porque se encontra na fase de testes de campo, mas, a partir do início de 2026, o produto deve começar a ser comercializado. A expectativa é de que seja responsável pelo maior retorno financeiro da empresa.
A equipe é custeada graças ao edital Rhae (Programa de Formação de Recursos Humanos em Areas Estratégicas), vencido em 2024, para o pagamento de bolsas, e é composta pelas duas sócias, um químico, um profissional financeiro, um responsável pela comunicação (redes sociais), uma conselheira, umа consultora, dois agrônomos e um estagiário de Agronomia. As plantas nativas são adquiridas em associações, na agricultura familiar e na fazenda de propriedade da Puba, localizada no distrito de Caldas do Jorro, no município de Tucano (BA), cujas águas termais são utilizadas na elaboração dos extratos.
"Nosso foco maior é trabalhar com a biodiversidade brasileira, que é a maior do planeta. No Brasil, as indústrias importam muitos insumos, deixando de lado a nossa biodiversidade, especialmente a existente na Caatinga e no Cerrado, onde estão espécies riquíssimas, pois sofrem muito estresse hídrico e estão muito expostas ao sol. Para se defender, essas plantas criam esses ativos, que têm ação fotoprotetora, antimicrobiana, antioxidante, dentre outras", ensina Acsa Magalhães.
A primeira patente da Puba foi a de fermentação, que transforma moléculas grandes em menores, aumentam a atividade, com maior penetração na pele e nos cabelos. No agro, a empresa obteve a patente de dotes com resíduo agroindustrial (que transforma moléculas grandes em nanopartículas) e detém, ainda, a patente do extrato supramolecular (alta atividade antimicrobiana), que é um conservante natural, antioxidante e fotoprotetor.
Portfólio Sebrae
A trajetória da Puba tem sido intensa, de muito trabalho e com muita dedicação da equipe. Toda essa jornada está diretamente ligada às ações e ao portfólio do Sebrae. A afirmação é do coordenador de Inovação e Tecnologia do Sebrae Bahia, Tauan Reis. Segundo ele, a empresa já participou do Cataliza ICT - iniciativa do Sebrae Nacional voltada para a transformação do conhecimento científico em soluções de alto impacto - e, em nível estadual, com o Sebrae Bahia, recebeu pré-aceleração, aceleração, incubação, esteve em missões técnicas e exposições. De início, era atendida pelo Sebrae em Feira de Santana e, na sequência, migrou para a regional Salvador, em função da incubação no Parque Tecnológico.
Em 2021, a startup foi incubada no Parque Tecnológico, em Salvador, espaço do Governo do Estado da Bahia apoiado pelo Sebrae. Desde então, já participou do Desafio Sertão Empreendedor (2022), Startup Nordeste (2022), Semear (2023), Catalisa ICT (2024) е, atualmente, está incluída no Inova Cerrado programa nacional, ligado ao Inova Bioma, do Sebrae Nacional, em parceria com o Sebrae Bahia. "Além do Sebraetec, a Puba já consumiu boa parte do nosso portfólio, com consultorias e instrutorias, participou de missões técnicas para o Startup Summit e WebSummit, expôs no nosso Bahia Tech Experience (2023), na E-Agro (2023) e foi naquele momento que ela pivotou e começou a trabalhar forte dentro da cadeia do agro", destaca Tauan Reis.
Ele lembra que a empresa inovadora ainda era um projeto de conclusão de curso de uma universidade quando a equipe do Sebrae passou a apoiá-la "e estamos juntos até hoje", frisa o gestor. Segundo ele, a Puba atualmente participa de processos de internacionalização e acaba de vencer o edital do Sebrae Nacional para Singapura - apenas oito startups do Brasil foram classificadas.
O gestor acredita que o futuro da Puba está destinado ao sucesso. "Nossa expectativa é a melhor possivel. É preciso ter foco, resiliência, estar atento à jornada e à evolução, testando, mudando, ajustando, repetindo, para se chegar de fato a um produto viável e aderente ao mercado. Acredito que, em muito pouco tempo, elas, que já estão colhendo frutos, irão colher ainda mais", completa. Em sua opinião, o produto e as sócias têm capacidade e perfil para expandir o negócio para o mercado internacional.
AUTORIA: Release de Juliana Vital
Fotos
A FUNDAÇÃO SENHOR DOS PASSOS LANÇA MAIS UM LIVRO ENRIQUECEDOR DA HISTÓRIA FEIRENSE: RETRATOS DE UMA CIDADE”
Com olhos sempre voltados para preservação da memória histórica feirense, a Fundação Senhor dos Passos lança mais uma preciosidade para quem verdadeira mente conhecer, de verdade Feira de Santana.
A Fundação Senhor dos Passos e o Núcleo de Preservação da Memória Feirense Rollie Poppino lançaram seu mais novo livro, “Retratos de uma Cidade”, onde traz a história de personagens importantes e que fizeram parte da história de Feira de Santana e que são pouco conhecidos e/ou reconhecidos.
Toda a venda desse livro será revertida para ajudar na manutenção do Centro Comunitário Ederval Falcão no bairro Baraúnas. Uma contribuição importante que toda a comunidade pode participar.
O livro encontra-se à venda no Casarão Fróes da Motta.
AUTORIA: Release da Ascom da Fundação Sr do Passos - Ângelo Pinto
PROJETO "BIBLIOBANCAS" 2026
Enriquecendo o projeto de preservação e divulgação da história feirense, a Fundação Sr. dos Passo, busca popularizar este trabalho tornando mais acessível para o público em geral, os documentos pesquisados e editados pela própria Fundação.
No início do ano de 2026, a Fundação Senhor dos Passos e do Núcleo de Preservação da Memória Feirense Rollie Poppino, estarão lançando na cidade seu mais novo e pioneiro projeto, denominado "BIBLIOBANCAS". Este projeto disponibilizará gratuitamente, nas bancas de revistas de Feira de Santana previamente cadastradas no projeto, as publicações (livros) de autoria da Fundação Senhor dos Passos e do Núcleo de Preservação da Memória Feirense sobre a história e a memória da cidade.
O projeto busca ampliar o acesso de estudantes, professores e da população em geral a esses materiais, incentivando a leitura, a valorização da identidade local e a difusão dos principais aspectos históricos e culturais do município. Ao promover a circulação pública dessas obras, o “BIBLIOBANCAS” contribui para a preservação da memória feirense e fortalece o sentimento de pertencimento da comunidade, compartilhando conhecimento, através de fontes confiáveis e verificáveis, mantendo assim, viva a história de Feira de Santana.
O acervo organizado e editado pela Fundação, que em breve vão estar ainda mais acessíveis a todos os interessados, documentam e dão testemunhas de nossa história, fortalecendo a consciência de nossa origens nos dando razão para manter o orgulho de ser feirense.
AUTORIA: Release da Ascom da Fundação Sr do Passos - Ângelo Pinto
DECLAMA PRETA NO MÊS DA CONSCIÊNCIA NEGRA NO PALCO DO AMÉLIO AMORIM
O Declama Preta volta a ocupar o palco do teatro Amélio Amorim em novembro de 2025, mês da Consciência Negra, ecoando memórias, resistências e encantamentos.
Sinopse “Declama, Preta” é um espetáculo que celebra a força da performance, da música e da poesia, tendo como principais referências as autoras negras Conceição Evaristo e Paulina Chiziane, além de incorporar textos autorais. O espetáculo faz uma homenagem às mulheres negras em que as atrizes e diretoras teatrais Lene Costa e Marcinha Costa encenam a obra sob a ótica da dramaturgia negra, trazendo símbolos das religiões de matriz africana, com destaque às representações das orixás femininas. O resultado é uma linguagem cênica potente, ancestral e sensível, que emociona e convida à reflexão.
Criado em Feira de Santana, em 2020, inicialmente no formato online, o projeto ganhou força em apresentações presenciais, sendo realizado em diversos espaços culturais da cidade e se consolidando no cenário artístico local.
- Onde: Centro de Cultura Amélio Amorim Quando: 12 de novembro de 2025 Horário: 19h:00 Ingressos: R$ 20 Inteira R$ 10 Meia - (Válido para estudantes, professores, idosos, pessoas com deficiência e acompante) Vendas: Bilheteria do local
- Ficha Técnica Atrizes: Lene Costa e Marcinha Costa Roteiro e Direção: Lene Costa e Marcinha Costa Voz e Percussão: Amanda Novais
Arte e Comunicação: Tohn Moreira Produção: Márcia Costa Iluminação: Gabriela Bárbara Som: Kleber Dimas Fotografia: Vitória Nasck TILSP- Tradutora- Interprete de Libras- Português: Milena Santos Sigam @declama.preta Este projeto foi contemplado nos Editais da Política Nacional Aldir Blanc Bahia e tem apoio financeiro do Governo do Estado da Bahia, por meio da Secretaria de Cultura do Estado via PNAB, direcionada pelo Ministério da Cultura - Governo Federal.
AUTORIA: Release da Ascom do Projeto Declama Preta
Fotos
MOSTRA VISUAL DE TEATRO E ANCESTRALIDADE ANDRÉA MATOS
Passando para te convidar para a abertura da exposição Mostra Visual de Teatro e Ancestralidade Andréa Matos, promovida pela “Ser”tão Preto Cia. de Teatro em celebração ao Novembro Negro e à memória da atriz, poetisa, professora, escritora e nossa eterna baobá, Andréa Matos.
E sabe quem vai estar com a gente? O ator e produtor do Bando de Teatro Olodum, Fábio Santana, e a atriz e diretora de teatro, Celly Rodrigues, batendo um papo sobre o Axé no teatro.
E ainda teremos a apresentação teatral da “Ser”tão Preto, um momento musical da cantora Taíse Santana com participação especial de Keu Costa.
Venham para essa gira da história do teatro negro contemporâneo, que no Brasil os caminhos foram abertos pelo Teatro Experimental do Negro (TEN) e, na Bahia, pelo Bando de Teatro Olodum, que encruzilharam e fecundaram os caminhos para o nascimento da Cia.“Ser”tão Preto.
SERVIÇO:
- Abertura: 01 de novembro, 13h30
- Visitação: 01 a 15 de novembro
- Museu de Arte Contemporânea (MAC)
- Entrada gratuita!
- Nos sigam no Instagram https://www.instagram.com/sertaopretociadeteatro
AUTORIA: Release do Projeto Andréa Matos
ESTUDANTE FEIRENSE FOI A 10ª FEBIC E É PREMIADA COM MELHOR PROJETO DO NORDESTE
Gloria Esther conta como foi a experiência de estar em uma Feira de Ciências no estado da Santa Catarina e aproveita para agradecer a todos os seus apoiadores e patrocinadores.
A estudante de Iniciação Científica, Gloria Esther Serra, participou nos dias 8 a 12 de setembro da 10ª FEBIC, a Feira Brasileira de Iniciação Científica, na cidade de Joinville, em Santa Catarina. Como é menor de idade, a estudante fez a viagem com a sua mãe, Patrícia Serra. Esther levou o seu projeto com o título “Desenvolvimento de farinha enriquecida com triptofano como alternativa terapêutica para migrânea em indivíduos com Transtorno do Espectro Autista (TEA)”. Como resultado, conseguiu ganhar o prêmio de melhor projeto do Nordeste.
Esther está no 3º do Ensino Médio, na Escola SESI José Carvalho e começou sua pesquisa em 2024. O objetivo é o de mudar a qualidade de vida dessa parcela da população que possui enxaqueca. A seletividade alimentar é uma condição comum em pessoas com TEA, podendo levar a deficiências nutricionais e afetar a saúde física e emocional. Esther descobriu que existia uma lacuna sobre aplicação prática e eficiência no tratamento da enxaqueca em pessoas com TEA envolvendo a alimentação. “Uma boa forma de tratamento seria através da alimentação. Isso aconteceria com o consumo do aminoácido triptofano, que precisa ser ingerido por meio de alimentos ricos nesse tipo de aminoácido”.
De volta a Feira de Santana após participar dos quatro dias da FEBIC, Esther conta como foi a experiência. “Foi a primeira vez que viajei de avião e foram muitos meses de preparação. Fiquei mais tempo na escola para tratar de assuntos do meu projeto e também mais tempo no laboratório”. Ela conta ainda como foi a viagem. “Saímos no domingo (7), passamos o dia viajando e chegamos bem a Joinville. E foi na segunda-feira (8), o trabalho na feira de ciências começou”.
A estudante lembrou que na manhã de segunda ficou arrumando o seu estande para ser liberado. “No momento que chegamos, percebemos que teríamos várias conexões com pessoas de diversos locais. No setor do meu estande tinha pessoas do Paraguai, do Rio Grande do Sul, do Paraná, de Sergipe e de vários outros estados. Era uma conexão com todo o Brasil e com pessoas de fora. Nesse mesmo dia, decoramos meu estande e deu tudo certo. Logo após, veio a cerimônia de abertura do evento e que foi maravilhosa”, conta.
Os dias das apresentações foram bem puxados, ressalta Esther. “Chegávamos pela manhã e só saíamos a noite, mas foi muito bom porque tive avaliadores nesses momentos e também a presença do público em geral. A seguir, houveram uma folga das apresentações e foi aí que começamos a trocar bottons e conhecermos os projetos que estavam no nosso lado”.
Já na quinta-feira (11), em uma tarde livre, Esther aproveitou para conhecer o Museu de Imigrantes e também a Rua das Palmeiras. “Nesse mesmo dia, à noite, aconteceu a primeira etapa da premiação e foi nesse dia que eu ganhei o prêmio de melhor projeto do Nordeste. Foi uma alegria enorme porque foi o último prêmio anunciado e foi maravilhosa a sensação. Representar a Feira de Santana e ter ganhado este prêmio é um motivo de muita honra e muita felicidade. Também foi o dia que o evento aproveitou para comemorar o 10º aniversário da FEBIC”.
Último dia do evento, a sexta-feira (12) foi livre e Esther aproveitou para conhecer a cidade de Joinville e os seus principais pontos turísticos. “Fomos ao Mirante. Como eu faço dança, visitei a escola Bolshoi. Todos os locais que visitamos são belíssimos e ficamos encantadas com tudo que vimos. Na sexta, teve a segunda etapa de premiação e encerramento do evento. Também foi um momento bastante legal e ficamos felizes com todos os projetos premiados”.
Em geral, Esther considera que essa foi uma experiência única e maravilhosa. “Representar a minha cidade, o meu estado e a minha região é algo que me enche de orgulho e de alegria. Ter ganhado este prêmio só mostra que estou no caminho certo e que pretendo continuar nele. É uma forma de mostrar que meu trabalho é visto e que tem muito potencial. Vamos continuar trabalhando para alavancar esse projeto cada vez mais. Isso também mostra que no Nordeste também tem ciência de qualidade e jovens que estão buscando melhorar a qualidade de vida de várias pessoas”, disse.
A estudante ressalta que sua conquista é um motivo de todos continuarem investindo na ciência e em jovens que buscam e que são questionadores. “É importante investirmos em nossa juventude para que eles continuem nos dando essa felicidade e orgulho. Queria agradecer a Deus, a minha família, aos meus amigos, aos meus professores e orientadores, a todos os meus apoiadores e patrocinadores. Nada disso seria possível se não fosse vocês na minha vida e no meu projeto. Todos alavancaram o meu projeto” finaliza.
- Para fazer essa viagem participar da 10ª FEBIC, Esther contou com o apoio de: - Carozzo Desenvolvimento Imobiliário
- Portal Bahia Bahia
- Folha do Estado
- TV Feira
- Acorda Cidade
- Grupo Ame
- Neofisio
- Neokids
- Imobiliária Janeide Xavier
- Castelo Branco Contabilidade Avançada
- Motopel
- Shopping Millenium