O Núcleo de Formação Artística da Instituição Fraternal Sorriso de Criança está com inscrições abertas para as oficinas gratuitas de percussão e dança contemporânea que integram o projeto Raízes do Sorriso, iniciativa que une educação, cultura e valorização da identidade afro-brasileira para estudantes e egressos da rede pública de ensino que têm entre 16 e 24 anos. As inscrições podem ser realizadas até o dia 05 de agosto, por meio de formulário eletrônico (clique aqui e acesse). https://forms.gle/qcgF4RP5PYD18dSi9
Com encontros realizados uma vez por semana, no turno noturno, as oficinas acontecem na sede da Instituição Fraternal Sorriso de Criança, no bairro Jardim Acácia. Ao final da formação, os participantes que mais se destacarem poderão ser contratados para integrar o elenco do show musical "Raízes do Sorriso", uma homenagem à obra de Gilberto Gil, que marca a etapa final do projeto.
Na oficina de Percussão, o músico Zé das Congas desenvolve uma metodologia participativa e progressiva, com encontros voltados ao aprendizado dos fundamentos rítmicos, coordenação motora e prática musical coletiva. Além da utilização de instrumentos tradicionais de percussão, os participantes também confeccionarão instrumentos com materiais recicláveis, estimulando a criatividade, a consciência ambiental e o reaproveitamento de recursos. O processo pedagógico privilegia a experimentação, a cooperação e o protagonismo dos estudantes.
Já a oficina de Dança Contemporânea, ministrada por Jeferson Akenaton, propõe uma formação básica dialogando com manifestações populares e ritmos tradicionais nordestinos, como ijexá, samba de roda, coco, xaxado e baião. Ao longo da formação, os participantes desenvolverão consciência corporal, improvisação, investigação do movimento e liberdade de expressão, culminando na criação de composições coreográficas individuais e coletivas.
O projeto Raízes do Sorriso tem patrocínio do Atacadão São Roque e do Estado da Bahia, através do Fazcultura, Secretaria de Cultura e Secretaria da Fazenda.
Instituição Fraternal Sorriso de Criança
Com mais de 50 anos de atuação em Feira de Santana, a Instituição Fraternal Sorriso de Criança desenvolve um trabalho reconhecido pelo acolhimento de crianças e famílias em situação de vulnerabilidade social, promovendo educação, formação humana, atividades culturais, esportivas e de desenvolvimento comunitário. Fundada por Zélia e Carmerival, a instituição tornou-se referência por transformar vidas por meio da educação, da solidariedade e do fortalecimento dos vínculos sociais.
Serviço
- O quê: Inscrições para as oficinas gratuitas de Percussão e Dança Contemporânea - Projeto Raízes do Sorriso
- Inscrições: Até 05 de agosto
- Onde se inscrever: https://forms.gle/qcgF4RP5PYD18dSi9
- Realização: Instituição Fraternal Sorriso de Criança
- Local das atividades: Instituição Fraternal Sorriso de Criança – Rua Caravelas, nº 377, Jardim Acácia, Feira de Santana (BA)
AUTORIA: Release da Ascom do Instituição Sorriso de Criança - João França
“CANTO DOS AMORINS” COM MATHEUS AMORIM E CESCÉ AMORIM NESTE SÁBADO
Apresentação será realizada no Teatro Carlos Pitta no Centro de Convenções de Feira de Santana, a partir das 19 horas. A entrada é livre
Avô e neto unem suas vozes para celebrar a música sertaneja baiana, a cultura popular e as raízes do interior em um repertório que reúne composições autorais e clássicos que atravessam gerações. Neste sábado (1º de agosto), a partir das 19 horas, o Teatro Carlos Pitta, do Centro de Convenções de Feira de Santana, será palco do show “Canto dos Amorins” com Cescé Amorim e Matheus Amorim. O acesso é gratuito.
A noite contará também com a participação especial da talentosa cantora e compositora Camila Pereira, do músico, cantor e compositor Marcel Torres e do multi artista Cesinha dos Olhos D’Água, entre outros convidados.
Jovem e promissor, Matheus chama atenção pela voz poderosa e pela forma como reverencia e dialoga com os mestres da música de Feira. Passeia por diversos estilos, sempre atento às raízes, mas também ao que o Brasil faz de novo.
Seu primeiro álbum está sendo produzido e o single "Quem pariu Matheus que balance" funciona como quase autobiografia. Pelo talento como intérprete, pelas referências e sensibilidade da composição, certamente ainda estará presente em muitos palcos e pelas plataformas mundo afora.
Cescé Amorim, cujo nome completo é Antônio Carlos Amorim, é um dos mais destacados nomes da nossa música. Cantor, compositor, arranjador e instrumentista nascido em Feira de Santana, com décadas de história na arte da composição e interpretação.
Ele é uma referência da música regional nordestina e sertaneja, destacando-se pela defesa de raízes culturais autênticas e parcerias com grandes nomes da MPB, a exemplo de Xangai e Raimundo Sodré.
SERVIÇO:
O QUE: Canto dos Amorins
QUEM: Matheus Amorim, Cescé Amorim e convidados
QUANDO: Sábado, 1º de agosto de 2026 às 19 horas
ONDE: Teatro Carlos Pitta, no Centro de Convenções de Feira de Santana – Rua Tupinambás – Bairro São João
ENTRADA: Gratuita
AUTORIA: Release da Ascom do Espetáculo - Elsimar Pondé
Fotos
COLETIVO "SERTÃO PRETO CIA DE TEATRO"
A celebração do Julho das Pretas com a reflexão da escrita Negra em uma Oficina no CUCA!
A escrita também é um ato de resistência! E no nosso primeiro encontro da Oficina Escrita Literária para Teatro Negro isso ficou ainda mais forte, por isso vamos promover o 2°!
No 2º Encontro, em celebração ao Julho das Pretas, vamos refletir novamente sobre a potência da escrita negra em uma tarde de troca, criação e fortalecimento das narrativas negras. E com entrada livre! Vem com a gente? 🤎
Serviço
📅 25/07
🕑 14h às 17h
📍 CUCA – Sala 7
🎟️ Entrada livre
AUTORIA: Release do Projeto Sertão Preto Cia de Teatro
O ESPETÁCULO DECLAMA PRETA ESTÁ DE VOLTA AOS PALCOS EM CELEBRAÇÃO AO JULHO DAS PRETAS!
O projeto busca aproximar o público das produções artísticas de autoras negras e promover a valorização da poesia, do teatro e da música como instrumentos de memória, resistência e transformação.
Em celebração ao Julho das Pretas, mês que tem como referência o Dia Internacional da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha, o espetáculo retorna reafirmando seu compromisso com o reconhecimento e a valorização das mulheres negras: escritoras, artistas, quilombolas, ribeirinhas, mães, mestras e tantas outras mulheres que constroem, preservam e transformam a nossa história e são homenageadas por meio da poesia, da música e do teatro.
"Declama, Preta" é um espetáculo que celebra a história e o legado do ser feminino negro tendo como referências as autoras Conceição Evaristo e Paulina Chiziane, além de incorporar textos autorais. A montagem presta essa homenagem por meio da atuação das atrizes e diretoras teatrais Lene Costa e Marcinha Costa, que encenam a obra sob a ótica da dramaturgia negra, trazendo símbolos das religiões de matriz africana, com destaque para as representações das orixás femininas. O resultado é uma linguagem cênica potente, ancestral e sensível, que emociona, fortalece identidades e convida à reflexão. Reppetindo o lide, o projeto busca aproximar o público das produções artísticas de autoras negras e promover a valorização da poesia, do teatro e da música como instrumentos de memória, resistência e transformação.
Serviço
Onde: CUCA – Centro Universitário de Cultura e Arte
Quando: 24 de julho de 2026
Horário: 19h
Ingressos: R$ 20 (Inteira) R$ 10 (Meia-entrada para estudantes, professores, idosos, pessoas com deficiência e acompanhante)
Vendas: Sympla e bilheteria do local.
Ficha Técnica
Atrizes: Lene Costa e Marcinha Costa
Roteiro e Direção: Lene Costa e Marcinha Costa
Voz e Percussão: Amanda Novais
Produção: Márcia Costa
Arte e Comunicação: Tohn Moreira
@declama.preta
AUTORIA: Release do Projeto Declama Preta
Fotos
INTERVENÇÃO URBANA DISTRIBUI OBRAS DE ARTE GRATUITAMENTE EM FEIRA DE SANTANA
Quadros inspirados em praças e símbolos feirenses ocuparam espaços públicos e foram levados pelas primeiras pessoas que os encontraram.
A artista visual e professora Nathália Mata transformou espaços públicos de Feira de Santana em uma exposição a céu aberto, distribuindo gratuitamente quadros de sua autoria inspirados na memória e nos símbolos da cidade. Na primeira etapa da ação, em junho de 2026, foram expostas quatro obras, pinturas em acrílico sobre tela, medindo 24 x 30 cm. Ao lado de cada quadro, a artista deixou um folheto educacional com informações históricas sobre a cidade.
As telas foram instaladas na Praça do Rosário (bairro Papagaio), na Praça Antônio Cardoso (conjunto João Paulo), na Praça da Paquera (bairro Olhos d’Água) e na Praça Dona Pomba (bairro Rua Nova), à disposição das primeiras pessoas que passaram por elas, se interessaram pelas obras e decidiram levá-las para casa. Novos quadros serão expostos nos próximos dias, em outros pontos da cidade.
Como parte da programação, o projeto “Arte pela cidade: a Feira que habita em nós” também realizou duas oficinas de introdução à prática do desenho, conduzidas por Nathália Mata, no Colégio da Polícia Militar Diva Portela, no mês de março. Com papel, lápis e aquarela, jovens da educação básica aprenderam técnicas e exploraram formas, linhas, proporção e sombras. “Eu pude deixar uma sementinha da produção artística no coração de cada estudante que participou das oficinas”, conta a artista.
A iniciativa foi realizada por Nathália Mata, que contou com o apoio da Comunidade Culturasss no desenvolvimento do projeto cultural e mobilização de recursos. A produção tem o financiamento público da Secretaria de Cultura, Esporte e Lazer da Prefeitura Municipal de Feira de Santana, por meio da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB), mecanismo de fomento que fortalece a produção artística autoral em diferentes territórios do país.
SOBRE A ARTISTA Nathália Mata é mulher negra, mãe, artista visual e professora. Mestranda em Educação pela Universidade Federal da Bahia (UFBA) e formada em Pedagogia com especialização em Arte-Educação, desenvolve sua atuação profissional na interface entre arte, educação e cultura. Com experiência na educação básica, utiliza o desenho como prática interdisciplinar, conectando diferentes áreas do conhecimento para ampliar a percepção artística, cultural e crítica de estudantes.
Além do trabalho educacional, desenvolveu outros projetos que contribuem com a memória e a diversidade cultural de Feira de Santana, como o Sarau Azul na Casa Vermelha e o projeto “Murmúrios e Tons”, iniciativa que promove o encontro entre literatura, poesia e ambiente escolar, a partir da obra literária e visual de Tom Barbosa, fortalecendo o acesso à arte e à formação cultural de crianças e jovens.
O projeto “Arte pela cidade: a Feira que habita em nós” reafirma a importância do investimento público na cultura como instrumento de formação, pertencimento e democratização do acesso às artes. “Perceber que a nossa produção artística pode ampliar o alcance e impactar positivamente a juventude periférica da nossa cidade já faz tudo valer a pena”, destaca Nathália.
Mais informações:
Lore Cerqueira
Casa das Águas Comunicação e Cultura
+55 75 992641507
O clima de introspecção, aconchego e saudade que permeia o inverno baiano inspirou a produção da primeira obra audiovisual do Duo Mangalô, formado pelos artistas do interior da Bahia Daniel da Quixabeira e Ludmilla Dourado. O videoclipe da canção inédita “Inverno quando chega” será lançado em agosto de 2026, mas antes, em julho, após a distribuição digital feita pelo selo musical colaborativo Casa das Águas 75, o single ficará disponível em todas as plataformas digitais de música.
O mês de junho foi marcado pela reunião de 23 profissionais das artes de Feira de Santana, sendo 11 artistas e 12 pessoas atuantes na equipe técnica, que trabalharam na pré-produção e na gravação das cenas que vão compor a versão final do filme. Os takes foram capturados na Fazenda Recreios, localizada em Conceição da Feira, há 127 km da capital baiana.
A música foi composta por Daniel da Quixabeira em 2024, durante um período de recolhimento e vivência espiritual no Ilê Axé Omin Kaiodê, em Juazeiro (BA). “Essa composição vem de um sonho. Fui impactado por uma lembrança da minha juventude em Capim Grosso, e isso me levou a pensar sobre como a gente se distancia da natureza e como muitas respostas para as nossas questões existenciais estão nela”, explica o artista.
Na letra, o inverno aparece como metáfora dos períodos de tristeza, silêncio e introspecção que antecedem novos ciclos de alegria e transformação. A canção parte da ideia de que os períodos difíceis também possuem potencial de mudança e podem favorecer o reencontro consigo, com a natureza e com o outro.
A produção audiovisual conta ainda com a voz da artista indígena Ana Luiza Pankararu. Sua participação amplia o diálogo da obra com saberes e cosmologias que compreendem a vida a partir da circularidade do tempo, dos vínculos comunitários e da relação indissociável entre as pessoas e a natureza. O encontro artístico entre o Duo Mangalô e Ana Luiza Pankararu fortalece a dimensão intercultural do projeto e reafirma a diversidade da produção cultural baiana contemporânea.
“Ver esse trabalho sendo executado nos emociona demais. É a prova da importância do fomento às artes produzidas no interior da Bahia e a gente só agradece mais essa oportunidade”, declara Ludmilla Dourado, artista e produtora executiva do projeto.
QUEM REALIZA?
Esse filme musical é mais um trabalho realizado pelo Coletivo Mangalô, com o apoio da Comunidade Culturasss no desenvolvimento do projeto cultural e mobilização de recursos. A produção musical é assinada por Kelvin Diniz e a captação, edição e finalização do videoclipe, pela Recreio Filmes, produtora audiovisual feirense, conduzida por Bruno Bittencourt. A direção coreográfica e corpo-dança é de Ananda Oliveira; e a direção artística coletiva reúne Denise Oliveira, Daniel da Quixabeira e Ludmilla Dourado.
A produção do videoclipe “Inverno Quando Chega” conta com o financiamento público da Secretaria de Cultura, Esporte e Lazer da Prefeitura Municipal de Feira de Santana, através da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB), política que tem possibilitado o fortalecimento de produções artísticas autorais em diferentes territórios do país. SOBRE O DUO MANGALÔ
O dueto literomusical de Daniel da Quixabeira e Ludmilla Dourado se formou em 2021, na oportunidade do lançamento do EP “Fôlego”, com 6 canções de autoria própria. O Duo Mangalô produz músicas que expressam delicadezas e convocam o sentir. São sonoridades e símbolos influenciados por sertanias baianas, com seus bichos, sua gente e suas paisagens sonoras. Quando a singularidade da voz e a poesia de Ludmilla encontram a força do canto, o pandeiro e as cordas do violão de Daniel, o que se ouve é uma poética marcada pela memória, pela natureza e pela celebração dos encontros.
“Inverno Quando Chega” é a primeira obra no formato videoclipe produzida pelos artistas. Porém, em abril de 2026, o Duo Mangalô foi homenageado pela artista feirense Antonia Lyara, presenteando-o com versões em audiovisual das músicas do EP “Fôlego”, através do projeto Corpo Palavra.
O Duo é mais uma iniciativa do Coletivo Mangalô, encontro de agentes culturais com experiências em iniciativas de artes integradas pelo interior baiano, desde 2018. São responsáveis pela produção do álbum “Doismilivinte”, do EP “Quixabeira” e da obra audiovisual “Mandinga”, que inclui os videoclipes “Pêndulo” e “O Capoeira”. Todos esses trabalhos foram do artista Daniel da Quixabeira.
O Coletivo também assina a produção executiva do álbum “O Curador do Museu do Imaginário”, do grupo Africania, liderado pelo percussionista Bel da Bonita (in memoriam). São agentes culturais atuantes na cena de Feira de Santana, acumulando experiências com projetos aprovados em seleções via editais de chamamento público para o fomento à cultura.
AUTORIA: Release da Casa das Águas - Lore Cerqueira
EXPO ANCESTRAIS
A ancestralidade se manifesta na memória, nos afetos, nos territórios, nos corpos e nas histórias que atravessam gerações.
De 06 a 20 de junho de 2026, o Teatro e Centro de Convenções de Feira de Santana recebe a exposição fotográfica EXPO ANCESTRAIS, reunindo artistas que, por meio da fotografia, propõem reflexões sobre identidade, pertencimento, cultura e memória.
SERVIÇO
📅 Abertura: 06.06.2026, às 15h
📍 Teatro e Centro de Convenções de Feira de Santana
📌 Rua Tupinambás, 69
🎟️ Entrada gratuita
♿ Espaço acessível
Artistas:
Mickaelly Ess • Ego Matheo • Sulla • Vinnhell • Joy Freitas • Madson Dick • Paulo Amaral • Lucc Miranda • Ingrid Lourenço
A exposição conta ainda com a obra de arte e tecnologia TRANSEUNTIS MUNDI, de Cândida Borges e Gabriel Vélez.
Curadoria:
Mickaelly Ess, Juciara Santos, Vanessa Taís e Thello Ribeiro.
Este projeto foi contemplado nos editais da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB), com apoio financeiro do Governo Municipal de Feira de Santana, por meio da Secretaria Municipal de Cultura, Esporte e Lazer, com recursos direcionados pelo Ministério da Cultura do Governo Federal.
AUTORIA: Release da Ascom do Evento
CUCA PROMOVE A PRIMEIRA LAVAGEM DO TEATRO DE ARENA EM MOMENTO HISTÓRICO PARA UEFS
Já com uma merecida cobertura, o Teatro de Arena do Cuca - Centro de Cultura e Arte de Feira de Santana, vinculado a UEES, é festejado por toda a comunidade, por uma divertida lavagem, dentro das comemorações do cinquentenário de nossa Universidade maior.
O Centro Universitário de Cultura e Arte (Cuca) realizou, neste sábado (30), a primeira lavagem do Teatro de Arena, em um marco histórico para a instituição. A ação integra a programação do Jubileu de Ouro da Universidade Estadual de Feira de Santana (Uefs), que celebra 50 anos de fundação.
A atividade reuniu público ao longo da tarde e combinou elementos de religiosidade, tradição e cultura popular, reforçando a importância simbólica da data para a comunidade acadêmica e para a cidade.
De acordo com a diretora do Cuca, Cristiana Oliveira, a iniciativa surge como um resgate de manifestações culturais tradicionais de Feira de Santana. Segundo ela, a proposta é que a lavagem passe a fazer parte do calendário institucional. “A primeira lavagem do Cuca acontece em um momento muito importante para a Uefs, dentro das comemorações pelos 50 anos da universidade. Entendemos que era oportuno resgatar essa manifestação popular e incorporá-la ao Jubileu. A expectativa é que esta edição funcione como um ensaio para os próximos anos e se consolide como um legado”, afirmou.
A programação contou ainda com a participação do Grupo União, pertencente ao projeto de extensão Bonfim em Foco, que integrou a cerimônia com canções religiosas tradicionais, e com apresentação da banda Roça Sound.
AUTORIA: Release da Ascom da UEFS - Por: Larissa Rocha com fotos de Edvan Barbosa
Fotos
UEFS REVERENCIA SABERES ANCESTRAIS COM TÍTULO PARA MÃE MARIA PEQUENA DE OGUM
A quinta vez que a Uefs outorgar o título de Doutor(a) Honoris Causa, sendo a segundo a ser concedido a uma mulher.
Em um gesto de reconhecimento aos saberes ancestrais das religiões de matriz africana, a Universidade Estadual de Feira de Santana (Uefs) entregará o título de Doutora Honoris Causa à Mãe Maria Pequena de Ogum, destacando sua contribuição para a cultura, a espiritualidade e a resistência negra. A cerimônia acontece na próxima quinta-feira (28), no Teatro da Uefs, a partir das 16h.
A proposta do título foi apresentada pelo professor Jeanderson Santos, do curso de Licenciatura em Música da Uefs. “Essa indicação nasce do reconhecimento de uma trajetória construída a partir do cuidado coletivo, da transmissão de saberes ancestrais, da preservação das tradições afrobrasileiras e da atuação comunitária desenvolvida por ela ao longo de décadas. Trata-se de uma liderança espiritual cuja atuação ultrapassa os limites do terreiro e alcança dimensões sociais, culturais, educativas e humanas extremamente relevantes para a comunidade de Feira de Santana”, ressaltou o docente.
Para a reitora da Uefs, professora Amali Mussi, a outorga desse título traduz um momento marcante da Universidade. “Essa concessão é um marco histórico e, acima de tudo, um ato de profundo afeto, respeito e justiça que nos emociona e nos enche de orgulho. A vida de Mãe Maria Pequena de Ogum é uma inspiração de amor, coragem e resistência no acolhimento a nossa gente. Ao reverenciar sua ancestralidade, nossa universidade celebra as raízes e a sabedoria que sustentam a nossa identidade e fortalecem a nossa comunidade”, disse.
Essa é a quinta vez que a Uefs vai outorgar o título de Doutor(a) Honoris Causa, segundo a ser concedido a uma mulher. A cerimônia faz parte das comemorações alusivas aos 50 anos da Instituição e será aberta para a comunidade acadêmica e também externa.
AUTORIA: Release da Ascom da UEFS - por Júlia do Monte Fotos de Edvan Barbosa