Nascida sob o signo de áries, Maiara dos Anjos Santos, não consegue se lembrar quando começou a escrever, ou seja, não consegue se ver sem a presença da escrita. É como se logo que aprendeu as primeiras letras, começou a uni-las e se expressar através das palavras que aprendia em seu dia a dia. Com apenas quatorze anos, começou a declamar seus próprios poemas nas aulas de português, e logo nos eventos da escola, passou a elaborar poemas para cada uma das festividades, dia das mães, dia dos namorados, e nos festivais de literatura. Por ser de uma geração antenada na mais moderna tecnologia, criou seu próprio blog “Mai Santos”, vindo a conhecer o Viva Feira e participar do programa da RadioWeb “Prosa e Música” com declamações de seus poemas.
Maiara, a bem da verdade tem a alma de artista, gosta das mais diversas manifestações culturais, mas além da literatura, desenvolveu também gosto pela fotografia, arte que vem cultivando ainda muito particularmente, mas que esperamos que logo, logo compartilhe com seus amigos e seguidores, tanto em seu blog como no site que atualmente trabalha.
Apaixonada por música, consegue trabalhar e produzir ouvindo clássicos da MPB sem que isso lhe tire a concentração, tem como lema uma frase da lavra de Oswaldo Montenegro, que afirma “E que minha loucura seja perdoada, porque metade de mim é amor, e a outra metade... também”, o que, quem conhece Maiara, confia plenamente. E com certeza sua loucura está perdoada pelo seu amor, seu talento e sua dedicação às artes.
Hoje trabalha na assistência de edição e redação do Viva Feira, sem nunca abandonar sua vocação pelas letras, que demonstra fazer, por paixão. (Viva Feira, 2016)
No ano passado (2015), levantou-se uma polêmica nas redes de comunicação quanto à definição de família no século XXI. A sociedade vem mudando constantemente, e seus conceitos também, a Constituição anterior (1967) afirmava que "a família é constituída pelo casamento", já na Constituição de 1988 em seu Artigo 226, § 4º afirma: “Entende-se, também, como entidade familiar a comunidade formada por qualquer dos pais e seus descendentes”.
No ano de 2013, tramitou uma proposta de um projeto de lei que cria o Estatuto da Família, mudando o conceito para: “a família como a união entre homem e mulher” exclusivamente. Ao longo das discussões, as justificativas para a mudança são de caráter discriminatório, usando de fundamentos religiosos retrógrados e preconceituosos, como "homem com homem" e/ou "mulher com mulher" não reproduzem e consequentemente não caracterizariam famílias.
Tudo isso traz alguns questionamentos:
→1º Se o país é laico, por que os parlamentares ainda usam a religião para elaboração e aprovação de projetos de lei?
Esquecem que estão administrando um país com diversidade cultural e “liberdade” religiosa.
→2º Mediante a tantas mudanças e conquistas, os homossexuais, que têm direitos a união civil e adoção, ficariam excluídos deste conceito?
Já faz parte da cultura brasileira, após uma conquista vir sempre um retrocesso, damos um passo para frente e dois para trás. Existe união, seja de pessoas de sexo diferentes ou mesmo sexo, então há uma família, já que “todos os homens nascem livres e iguais perante a lei”, por que a exclusão?
→3º Ficam exclusos também, pais e mães que criam seus filhos de forma independentes, como já figura na atual Constituição?
Se uma mãe cria seu filho sozinha ou um pai resolve adotar uma criança, eles não são uma família?
Se há amor, se há união, se há cuidado, se há felicidade, então há uma família. Devemos sempre defender a inclusão de todos, sem qualquer espécie de distinção, seja de cor, sexo, sexualidade, idioma, religião, opinião política, origem ou cultura.
Todos merecem amar, todos merecem felicidade. Homem com mulher reproduz, Homem com homem ou mulher com mulher adotam e criam, com o maior carinho, em geral, crianças que os héteros e muitas “famílias”abandonam.