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Silvana Carneiro
    Feirense, nascida e criada em sua cidade natal e aqui residente. Pedagoga pela UEFS - Universidade Estadual de Feira de Santana, Especialista em Gestão, coordenação e orientação educacional e pós-graduanda em Psicopedagogia pelo Núcleo de Pós Graduação Gastão Guimarães.
    Silvana é professora do Ensino Fundamental em uma escola de ensino privado aqui de Feira, e também coordenadora em outra instituição neste município. Apresentou monografia sobre a contação de histórias, e por perceber que esse tipo de "atividade" tem perdido o espaço para as novas tecnologias, entende, como afirma em suas próprias palavras que “...existe a necessidade de um resgate, pois de acordo com estudos essas histórias auxiliam na formação dos sujeitos.”
    É com este objetivo que essa feirense de currículo profissional invejável vem colaborar e participar do Viva Feira, contando histórias, ou mesmo estórias como gostamos de afirmar aqui no site. 
    Quando retornarmos com o programa em áudio Prosa e Música esse será um tema que estaremos abordando sempre com o apoio de Silvana. Por enquanto vamos acompanhar o trabalho de Silvana em sua coluna, que passamos a publicar.



SENTA QUE LÁ VEM HISTÓRIA

Esse tal de contador de histórias...


Publicado em: 15/02/2015 - 11:02:59


Parece estranho, mas a arte de contar histórias não teve início nos dias atuais, desde o começo da humanidade os contadores já existiam. Os nossos avós, bisavós e outras gerações anteriores sentavam ao redor da fogueira para narrar acontecimentos, relatar fatos, resgatar e manter as lendas presentes na região. Essas pessoas podem ser consideradas contadores, pois elas eram responsáveis não apenas por contar a história, mas narravam-na dando vida ao que era exposto através da tradição oral.

Quando nos colocamos na posição de contadores de histórias, realizamos um passeio pelo mundo do desenvolvimento e da aprendizagem. Na posição de contadores, nós somos capazes de criar laços afetivos com outras pessoas, especialmente as crianças, mostramos que eles são importantes, pois mergulhamos em seu mundo, um mundo de fantasia que acaba sendo valorizado por nós.

E assim surgiu o contador de histórias!

 



Fonte: Silvana Carneiro







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