Fechar Página

Silvana Carneiro
    Feirense, nascida e criada em sua cidade natal e aqui residente. Pedagoga pela UEFS - Universidade Estadual de Feira de Santana, Especialista em Gestão, coordenação e orientação educacional e pós-graduanda em Psicopedagogia pelo Núcleo de Pós Graduação Gastão Guimarães.
    Silvana é professora do Ensino Fundamental em uma escola de ensino privado aqui de Feira, e também coordenadora em outra instituição neste município. Apresentou monografia sobre a contação de histórias, e por perceber que esse tipo de "atividade" tem perdido o espaço para as novas tecnologias, entende, como afirma em suas próprias palavras que “...existe a necessidade de um resgate, pois de acordo com estudos essas histórias auxiliam na formação dos sujeitos.”
    É com este objetivo que essa feirense de currículo profissional invejável vem colaborar e participar do Viva Feira, contando histórias, ou mesmo estórias como gostamos de afirmar aqui no site. 
    Quando retornarmos com o programa em áudio Prosa e Música esse será um tema que estaremos abordando sempre com o apoio de Silvana. Por enquanto vamos acompanhar o trabalho de Silvana em sua coluna, que passamos a publicar.



SENTA QUE LÁ VEM HISTÓRIA

Contar histórias para crianças


Publicado em: 01/10/2015 - 10:10:30


    A inserção da literatura infantil no contexto das crianças tem contribuído positivamente para o desenvolvimento dos sujeitos e a contação faz com que as crianças despertem ainda mais o desejo pela leitura. Farias e Rubio (2012), orientam que ouvir histórias é um acontecimento prazeroso que desperta o interesse das pessoas em todas as idades. Para comprovar o pensamento, as autoras realizam uma analogia entre os adultos e as crianças e destacam que se para os adultos é prazeroso ouvir uma boa história ou um bom causo, a criança é capaz de se interessar e gostar ainda mais por elas, já que sua capacidade de imaginar é mais intensa. Isso por que
 
A narrativa faz parte da vida da criança desde quando bebê, através da voz amada, dos acalantos e das canções de ninar, que mais tarde vão dando lugar às cantigas de roda, a narrativas curtas sobre crianças, animais ou natureza. As crianças bem pequenas, já demonstram seu interesse pelas histórias, batendo palmas, sorrindo, sentindo medo ou imitando algum personagem. Neste sentido, é fundamental para a formação da criança que ela ouça muitas histórias desde a mais tenra idade. O primeiro contato da criança com um texto é realizado oralmente, quando o pai, a mãe, os avós ou outra pessoa conta-lhe os mais diversos tipos de histórias. A preferida, nesta fase, é a história da sua vida. A criança adora ouvir como foi que ela nasceu, ou fatos que aconteceram com ela ou com pessoas da sua família. À medida que cresce, já é capaz de escolher a história que quer ouvir, ou a parte da história que mais lhe agrada. É nesta fase, que as histórias vão tornando-se aos poucos mais extensas, mais detalhadas (FARIAS e RUBIO, 2012, p. 7).
 
    Com o passar dos anos, o interesse vai aumentando e as crianças começam a se interessar por histórias inventadas e pelas histórias dos livros, como: contos de fadas, contos maravilhosos, poemas, ficção. Isso ocorre, pois ela já possui habilidades para envolver o real e o imaginário.
    Desta forma, podemos perceber a importância da contação de história no contexto infantil. Se inserirmos as crianças nesse mundo desde cedo,teremos grandes leitores.


Fonte: Silvana Carneiro







Página de 30




colunadehistoria@yahoo.com.br

© 2026 - Todos os direitos reservados - www.vivafeira.com.br