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DIMAS OLIVEIRA LANÇA PRIMEIRO LIVRO EM MARÇO

Já era tempo. O trabalho do Jornalista feirense, há muito merece registros mais efetivos
Publicado em: 23/01/2014 - 03:01:07
Fonte: Viva Feira a partir do release de divulgação


    Dimas Oliveira, como se constata no release transcrito adiante, é um ativista cultural desde tenra idade. Participou de vários movimentos culturais na década de 70 e o cinema sempre foi sua grande paixão e fruto de dedicado estudo e pesquisas. Se não for o maior, está entre as maiores autoridades em conhecimento da sétima arte em Feira de Santana, e seu trabalho já merecia, há muito tempo, um registro mais adequado que venha a permitir aos amantes da cinematografia, e aos jovens de um modo geral, fontes de informações para pesquisa e formação de conhecimento e logicamente de platéia. O Viva Feira festeja este lançamento que acontecerá brevemente em nossa cidade e transcreve a seguir, o release de divulgação do livro de Dimas muito oportuno e bem-vindo.
    “Ainda neste mês, o jornalista Dimas Oliveira está mandando para o prelo seu primeiro livro, “cinema demais ou era uma vez dezenas de filmes comentados e a situação do cinema em feira de santana”, que reúne colunas escritas para o jornal “Situação”, entre 1967 e 1970. Na época, dois cinemas em Feira de Santana, Íris e Santanópólis. A edição é por conta da Fundação Senhor dos Passos.
    Fã de cinema e aprendiz de cinéfilo, desde 1955, com sete anos, que ele assiste filmes. Na adolescência era sempre desafiado por adultos a falar sobre direção e elenco de filmes. Era como se fosse um quiz testando o conhecimento que tinha por cinema e filmes.
    O seu interesse sempre foi crescente pela chamada sétima arte. Até hoje escreve sobre cinema em jornais, em blogs e sites.
    Antes de escrever para o jornal semanário que existia então em Feira de Santana - estava com 19 anos -, no Ginásio Municipal Joselito Amorim, a feitura diária de um jornal mural manuscrito, “007” - homenagem aos filmes do agente secreto James Bond -, “a brincadeira de comentar filmes vistos”, como diz.
    Depois, no Colégio Estadual, o jornal “O Berro”, feito com Geraldo Lima e Luiz Antônio Santa Bárbara, impresso em mimeógrafo a álcool e distribuído clandestinamente, continha espaço para cinema. Daí que veio o convite de Anotevaldo Gonzaga para escrever no jornal “Situação”.
    O livro reúne pouco mais de 50 colunas, contidas em um álbum de recortes envelhecido (Foto: Jorge Magalhães), guardado mesmo com inúmeras mudanças de domicílio. As colunas estão sem datas. Apenas os anos são identificados.
    Ele relata que foi atualizada a ortografia - a exceção de termos como os franceses matinèe e soirèe -, foi ajustada a pontuação. “A integridade dos textos está mantida”, conta.
    O livro terá capa assinada pelo artista plástico Gil Mário e conta com prólogo e epílogo dos jornalistas Jorge Magalhães e Madalena de Jesus. A organização do livro é de Thomas Oliveira."



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