Com a chegada do período mais festivo do calendário nordestino, o Boulevard Shopping dá início a mais uma edição da tradicional Vila Junina. Com decoração temática, apresentações musicais e uma variedade de comidas típicas, a iniciativa convida clientes e visitantes a vivenciarem toda a alegria e o encanto das celebrações de São João.
Neste ano, com o patrocínio do O Boticário, a Vila acontece até 29 de junho na Praça E3 do Boulevard Shopping, proporcionando uma verdadeira experiência junina para todo o público. O espaço conta com barracas da Associação de Moradores do Caseb, Dispensário Santana e da Secretária Municipal de Desenvolvimento Social (Sedeso) para a comercialização de artesanatos, comidas e bebidas típicas.
Para abrilhantar ainda mais os festejos, a praça se transformará em um verdadeiro arrasta-pé com uma programação musical especial. O Forró do Marruá abre os festejos com uma apresentação no dia 11, seguindo com apresentações de Nego Nago, Guymeo Jumonji e A Cor do Xote completando a programação musical que se estende até o dia 19 de junho.
Além disso, terá também um espaço exclusivo e personalizado do O Boticário, pensado para proporcionar uma experiência interativa aos visitantes. Com uma proposta instagramável, o ambiente foi desenvolvido para incentivar registros fotográficos e compartilhamentos nas redes sociais.
A Vila Junina Boulevard busca reunir famílias e amigos em uma atmosfera acolhedora para celebrar os festejos juninos, brincar e garantir as compras juninas.
Confira a programação musical completa:
- 11/06 (Quinta-feira) - Forró de Marruá das 18h às 20h
- 12/06 (Sexta-feira) - Nego Nago das 18h às 20h
- 18/06 (Quinta-feira) - Guymeo Jumonji das 18h às 20h
- 19/06 (Sexta-feira) - A Cor Do Xote das 18h às 20h
AUTORIA: Release da Agência Comunicativa - Joérica Cunha / Moisés Brito
BOULEVARD SHOPPING TERÁ HORÁRIOS ESPECIAIS DE FUNCIONAMENTO PARA O MÊS DE JUNHO
O Boulevard Shopping Feira de Santana divulgou os horários de funcionamento para datas especiais no mês de junho. As alterações ocorrem em razão dos feriados de Corpus Christi e São João, além dos jogos da Seleção Brasileira durante a Copa do Mundo.
Confira a seguir o detalhamento das datas e horários:
Segunda-feira - 22 de junho
- Lojas e quiosques das 9h às 23h
- Praça de alimentação: 9h às 23h
- Outback: 11h30 às 22h30
- Sam’s Club: 8h às 22h
- Farmácia Brito: 8h às 22h
- Lotérica Boulevard: 9h às 21h
- Clínica Saúde Center: 7h às 22h
- Clinos: 9h às 22h
Terça-feira - 23 de junho (véspera de São João)
- Lojas e quiosques das 9h às 16h
- Praça de alimentação: 9h às 16h
- Outback: 11h30 às 17h
- Sam’s Club: 8h às 17h
- Farmácia Brito: 8h às 17h
- Lotérica Boulevard: 8h às 16h
- Clínica Saúde Center: 7h às 13h
- Clinos: fechada
Quarta-feira - 24 de junho (São João)
- Lojas e quiosques: fechadas
- Praça de alimentação: fechada
- Outback: 11h30 às 22h30
- Sam’s Club: 7h às 16h
- Farmácia Brito: 8h às 16h
- Lotérica Boulevard: fechada
- Clínica Saúde Center: fechada
- Clinos: fechada
- Jogo do Brasil será transmitido na Praça de Alimentação
Além dos horários diferenciados durante os feriados de junho, o Boulevard Shopping preparou uma programação especial para os amantes do futebol. No dia 13 de junho, durante a partida entre Brasil e Marrocos, o shopping encerrará suas atividades às 18h para a transmissão do jogo, que será exibido em telão na Praça de Alimentação a partir das 19h. Os clientes que permanecerem no local poderão contar com o funcionamento da Praça de Alimentação e do Outback durante a partida.
Já no dia 19 de junho, quando o Brasil enfrenta o Haiti, não haverá transmissão da partida e o shopping funcionará até as 20h30. Em 24 de junho, durante o confronto entre Brasil e Escócia, não haverá transmissão e o empreendimento permanecerá fechado em razão do feriado de São João, apenas o Outback funcionará durante o horário do jogo e seguirá aberto até às 22h30.
AUTORIA: Release da Agência Comunicativa - Joérica Cunha / Moisés Brito
MORRE ZÉ COIÓ, JORNALISTA QUE TRANSFORMOU O JORNAL FEIRA NOITE E DIA EM SÍMBOLO DA MEMÓRIA DE FEIRA DE SANTANA
Tudo começa há mais de sessenta anos com o representante da Sousa Cruz em Feira de Santana, se fazendo jornalista, empresário e empreendedor, ativista cultural e social, criando uma história que, a rigor, já foi contada por ele próprio em outros periódicos, mas principalmente no seu Feira Noite e dia. Tontos sem saber por onde começar a falar de Zé, reconhecemos na crônica de Dandara Barreto, a medida certa para estimular a recontação da história deste nobre feirense de coração,
Feira de Santana amanheceu de luto neste domingo (31) com a morte do jornalista José Carlos Pedreira, conhecido por gerações de feirenses como Zé Coió. A informação foi divulgada pela própria família e rapidamente repercutiu entre profissionais da comunicação, empresários, artistas, políticos e moradores da cidade que acompanharam sua trajetória ao longo de décadas.
Zé Coió tinha 89 anos e era considerado uma das figuras mais populares e conhecidas da imprensa feirense. Mais do que jornalista, tornou-se um personagem da vida cultural da cidade, conhecido pelo estilo irreverente, pela presença constante nos eventos sociais e pelo amor declarado à Feira de Santana.
Natural de São Gonçalo dos Campos, chegou ainda jovem à Princesa do Sertão, onde construiu praticamente toda a sua história pessoal e profissional. Seu nome ficou eternamente ligado ao Jornal Noite e Dia, veículo criado por ele e mantido por mais de 40 anos, atravessando diferentes fases da cidade e registrando acontecimentos políticos, culturais, empresariais e sociais que marcaram gerações.
Em entrevista concedida ao jornalista Levi Vasconcelos, do jornal A Tarde, publicada em janeiro de 2023, Zé Coió contou que praticamente fazia sozinho todo o processo de produção do periódico. Ele mesmo apurava pautas, vendia anúncios, distribuía exemplares e realizava cobranças para manter o jornal circulando. Na ocasião, o Noite e Dia já ultrapassava a marca de 1.200 edições publicadas.
O jornal se tornou um verdadeiro arquivo da história contemporânea de Feira de Santana. Durante décadas, registrou aniversários, inaugurações, eventos culturais, campanhas políticas, homenagens, acontecimentos esportivos e transformações urbanas da cidade.
Além de consolidar sua atuação na imprensa, Zé Coió também teve participação marcante na vida noturna feirense. Esteve à frente de diversos bares, restaurantes, casas de show e espaços de entretenimento que movimentaram a cidade principalmente entre as décadas de 1970 e 1990. Seu nome esteve associado a uma época em que Feira vivia intensa efervescência cultural e social.
Outro legado importante foi a criação de eventos que se tornaram tradicionais no calendário social da cidade. Entre eles estão a Feijoada Noite e Dia e o Troféu Imprensa Noite e Dia, iniciativas que reuniam jornalistas, artistas, empresários, autoridades e personalidades da região.
O reconhecimento pela contribuição à comunicação e à cultura local resultou em diversas homenagens públicas. Em 2019, durante a Micareta de Feira de Santana, a Prefeitura escolheu seu nome para batizar o Camarote da Comunicação, destacando sua importância para a história da imprensa local.
Ao longo da vida, Zé Coió se tornou uma espécie de guardião das memórias da cidade. Conhecia personagens, histórias e bastidores de diferentes períodos de Feira de Santana e gostava de compartilhar relatos sobre a evolução do município, suas festas, sua imprensa e seus personagens populares.
A partida de Zé Coió representa o encerramento de uma trajetória profundamente ligada à construção da identidade cultural e jornalística de Feira de Santana. Seu legado permanecerá preservado nas páginas do Jornal Noite e Dia, nos eventos que ajudou a criar e na memória coletiva de uma cidade que ele passou décadas ajudando a contar histórias.
AUTORIA: Dandara Barreto - Crônica publicada no site Feirenses
LABORATÓRIO SALA ROTEIRISTA ABRE VAGAS PARA FORMAÇÃO DE ESCRITORAS EM FEIRA DE SANTANA
Além dos encontros formativos, o projeto também realizará um concurso aberto a todas as mulheres cis e trans residentes em Feira de Santana, com prêmio de até R$ 1000,00.
Mulheres interessadas em desenvolver habilidades na escrita criativa terão uma nova oportunidade em Feira de Santana. A cidade recebe, entre 25 e 29 de maio, a terceira edição do “Laboratório Sala de Roteiristas – Escritoras Feirenses”, projeto que aposta na formação literária como ferramenta de expressão, autonomia e fortalecimento cultural.
Idealizado pela Argonautas Cultura e Educação, o Sala de Roteiristas propõe um ciclo intensivo de oficinas voltado especialmente para mulheres (cis e trans) maiores de 18 anos, moradoras da região metropolitana de Feira de Santana e, principalmente, iniciantes na escrita. Serão realizados cinco encontros online, através de plataforma de videoconferência, com duração de duas horas cada, conduzidos por nomes reconhecidos da cena literária e audiovisual local.
Durante os encontros, as participantes terão contato com diferentes perspectivas sobre escrita, literatura, audiovisual e produção de narrativas contemporâneas, a partir das experiências e trajetórias de escritoras, roteiristas e pesquisadoras convidadas. As atividades propõem reflexões sobre criação, representatividade, memória, identidade e expressão artística, abordando temas como literatura produzida por mulheres, narrativas LGBTQIAPN+, escrevivência e processos criativos no audiovisual. O projeto busca estimular o contato com a produção literária contemporânea e ampliar as possibilidades de expressão e construção de narrativas autorais.
Entre as palestrantes, nomes como o de Mariana Paim, que trará a “Oficina de escrita criativa: palavra, imagem e poder”; Gilmara Belmon, com o tema “Escreviver: Minha vida vira texto, meu texto vira existência”; e Sabrina Assunção, com “Escrever para existir: da leitura ao roteiro nas narrativas LGBTQIAPN+”.
O projeto busca criar uma rede de apoio entre mulheres escritoras, ampliando vozes que ainda encontram barreiras no campo cultural. “A proposta do laboratório é justamente abrir caminhos para que essas mulheres se reconheçam como autoras, compartilhem suas histórias e ocupem espaços na literatura”, destaca Gustavo Erick, produtor cultural da Argonautas.
Concurso
Além dos encontros formativos, o projeto também realizará um concurso literário aberto a todas as mulheres cis e trans residentes em Feira de Santana. As participantes poderão inscrever contos autorais, que serão avaliados por uma comissão especializada. Os três melhores textos receberão premiação em dinheiro: R$ 1.000,00 para o primeiro lugar, R$ 700,00 para o segundo e R$ 400,00 para o terceiro. A iniciativa busca incentivar a produção literária feminina no município, ampliar a visibilidade de novas autoras e fortalecer a escrita como espaço de expressão, criação e pertencimento.
As inscrições são gratuitas e podem ser feitas através de link no Instagram do projeto, onde estão sendo divulgadas as principais informações: @saladeroteiristasbr
Apoio
Este projeto foi contemplado nos Editais da Política Nacional Aldir Blanc Bahia e tem apoio financeiro da Prefeitura de Feira de Santana, por meio da Secretaria de Cultura, Esporte e Lazer via PNAB, direcionada pelo Ministério da Cultura - Governo Federal.
AUTORIA: Release da Notre Comunicação - Orisa Gomes
VOZES DA FEIRA TRANSFORMA CENTRO DE ABASTECIMENTO EM PALCO CULTURAL
Com olhar atento e inspirado Orisa Gomes descreve o Centro de Abastecimento a partir do caráter transformador que o encontro de várias linguagens que ali se fundem influenciando nas "VOZES DE FEIRA" e consequentemente no projeto homônimo!
Entre cores vibrantes, cheiros que se misturam, o vaivém dos carrinhos, a astúcia dos feirantes e a pressa de quem atravessa o Centro de Abastecimento, a arte encontrou espaço para florescer. E foi justamente ali, no coração pulsante de Feira de Santana, que o “Vozes da Feira – Festival de Literatura Oral” realizou sua primeira intervenção cultural no sábado (9), transformando o local em palco para poesia, histórias, música e rima.
Com apresentações em frente ao Galpão de Cereais, o festival alcançou ao mesmo tempo quem circulava pelo Centro de Abastecimento e Shopping Cidade das Compras, cumprindo a proposta de levar arte para onde as pessoas já estão. E a resposta do público veio através dos olhares atentos, interação com os artistas, registros e identificação.
“Os públicos variaram muito de apresentação para apresentação. Tinha gente que passava e olhava, gente que parava e dançava, gente que interagia com os artistas. Isso mostra que a feira é sim um lugar para ser ocupado como espaço de arte. Na verdade, ela já é arte, às vezes as pessoas só precisam ser lembradas disso”, destacou Gustavo Erick, produtor e idealizador do projeto.
- Diferentes linguagens
A programação reuniu artistas locais de diferentes linguagens da oralidade. A narradora Daniela Landin apresentou “Vozes da Natureza”, espetáculo inspirado em contos indígenas e na relação entre ser humano e meio ambiente. “Não é comum trazer a palavra falada para os espaços da feira livre a partir de atividades artísticas. Acho que isso desperta interesse tanto dos comerciantes quanto dos frequentadores”, afirmou.
O cordelista Domingos Santeiro levou poesia, repente, contos e canções que dialogaram diretamente com a identidade do espaço. “Aqui é o lugar do homem do campo, do vaqueiro, do pessoal da roça. O cordel e o repente fazem parte da nossa cultura nordestina”, disse.
Já o coletivo Pipas Literarts apresentou o espetáculo “João Giló no Sertão”, adaptado para uma linguagem sertaneja e popular. Para o artista Léo Sátiro, a experiência trouxe novos desafios. “É um público diferente. Não é necessariamente quem senta para assistir do começo ao fim. É gente que passa, para um pouco, leva um pedaço da história consigo. Isso torna tudo muito interessante.”
A jovem poeta, atriz e influenciadora baiana Luma Luz emocionou o público com poemas marcados pela ancestralidade, pela consciência antirracista e pelo combate à violência contra mulheres e crianças. A apresentação contou também com a participação da escritora e palestrante Caroline Vilarinho. “Devemos levar arte e cultura para o povo. É uma experiência maravilhosa apresentar em uma feira”, afirmou Luma.
Representando o movimento hip-hop, o coletivo Batalha do Portal levou uma batalha temática adaptada ao ambiente do festival. O artista Avelix destacou a importância de ocupar novos espaços culturais na cidade. “A intenção é ocupar os espaços de Feira. Hoje conseguimos visualizar possibilidades de novas intervenções aqui também.”
Mas talvez uma das imagens mais simbólicas do festival tenha vindo justamente do público. A comerciante Elizângela Assunção, enquanto acompanhava as apresentações, falou sobre memória afetiva e pertencimento. “As histórias fazem a gente voltar para a infância, para nossas raízes. Isso faz muito bem”.
Há dez anos trabalhando como carregador no Centro de Abastecimento, William Martins também parou para assistir às atrações. “Muito lindo. A cultura, a educação que os artistas passam… isso é muito importante para todos nós”, comentou.
- Interpretação de Libras
O humorista Waton Filho, que é surdo, chamou atenção para a presença de intérpretes de Libras durante toda a programação, como Jamile Costa, responsável pela mediação em sua entrevista. “A presença do intérprete possibilita inclusão e interação de todo o público. Quando a tradução é feita com qualidade, a gente consegue até sentir a música”, destacou Wanton.
- Programação segue
As próximas ações do “Vozes da Feira” acontecem nos dias 17 de maio, na Feira da Estação Nova, e 24 de maio, na Feira do Tomba.
- Apoio
O projeto foi contemplado nos Editais da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura na Bahia, realizados com recursos do Governo Federal repassados pelo Ministério da Cultura, e executados pelo Governo do Estado da Bahia, por meio da Secretaria de Cultura do Estado. Também conta com apoio da Secretaria Municipal de Agricultura.
AUTORIA: Orisa Gomes
Fotos
FEIRA É PRESENTEADA COM UMA NOVA GALERIA DE ARTES, A "OLHOS D´ÁGUA", NA PRINCIPAL NASCENTE FEIRENSE: O BAIRRO DOS OLHOS D´ÁGUA.
Com uma visão moderna e democrática de gestão, abrindo para os artistas plásticos de Feira de Santana, e os que aqui entenderem vir exibir seus trabalhos, terem um espaço de exibição e comercialização permanente, três artistas feirenses, Dionorina, Victor Santos e Beth Nascimento, estão a frente deste empreendimento!
Feirinha e oficinas artísticas a partir das 09 h e apresentações musicais a partir da 16:00 h é o ponto de partida desta especial iniciativa dos artistas e literatos, Dionorina, Victor e Beth Nascimento inaugurando um espaço que trará para Feira uma nova dinâmica nas artes plásticas, uma Galeria Particular com um olhar inovador de tudo que temos atualmente.
Ali na Rua Araújo Pinho, onde a maioria dos feirenses e dos aqui residentes entemdem ser o berço de nossa cidade, três empreendedores assumiram o compromisso de manter uma Galeria de Artes, com uma visão modema e democrática de gestão, abrindo para os artístas plásticos de Feira de Santana, e os que aqui entenderem vir exibir seus trabalhos, terem um espaço de exibição e comercialização permanente.
Dionorina um dos nossos mais importantes compositores, cantor e ativista cultural, radicado em Feira de Santana, Victor Santos, compositor e professor de música e a poeta Beth Nascimento, resolveram por bem prestigiar a vida artística da Princesa do Sertão, com este empreendimento que, com certeza, irá dinamizar, ainda mais, a vida artística e cultural de nossa cidade.
SERVIÇO
O que: Inauguração da Galeria de Artes “Olhos D´Água”
Quando: 09 h com Feirinha, e oficinas a partir das 16 h apresentações musicais
Onde: Rua Araújo Pinho, 133 - Olhos D´Água
AUTORIA: Viva Feira
MÃES EM CENA - HOMENAGEM NO CENTRO DE CULTURA MAESTRO MIRO
Centro de Cultura Maestro Miro promove evento em homenagem às mães e mulheres feirenses.
A Prefeitura Municipal de Feira de Santana, por meio da Secretaria Municipal de Cultura, Esporte e Lazer (SECEL), realiza na próxima sexta-feira (08), o evento “Mães em CENA”, promovido pelo Centro de Cultura Maestro Miro (CCMM). A iniciativa tem como objetivo homenagear mães e mulheres feirenses, além de proporcionar momentos de formação, informação e valorização do público feminino.
Com uma programação diversificada, o evento contará com palestras e rodas de conversa conduzidas por profissionais de diferentes áreas, abordando temas ligados à saúde, direitos, bem-estar e empoderamento feminino. Entre as convidadas estão a advogada e procuradora-geral do município de Santa Bárbara, Dra. Allany Fabilly Rocha Lima; a nutricionista, modelo e influenciadora digital Myla Franthesca; a fisioterapeuta pélvica e sexóloga Dra. Paula Milena; a advogada Dra. Paloma Barbosa; e a delegada Dra. Clécia Vasconcelos.
Além das atividades formativas, o público também poderá participar do sorteio de brindes, fortalecendo a proposta social e acolhedora desenvolvida pelo Centro de Cultura Maestro Miro em suas ações voltadas à comunidade.
O evento será coordenado pela chefe da Divisão de Cultura Popular e gestora do CCMM, Joelaine Santana, e acontecerá das 13h às 18h, no Teatro Ângela Oliveira, localizado no Centro de Cultura Maestro Miro.
A ação reforça o compromisso da Prefeitura de Feira de Santana e da SECEL com iniciativas que promovam inclusão, valorização cultural e fortalecimento das políticas públicas voltadas às mulheres.
AUTORIA: Release do CCMM - Joelaine Santana,
ASA FILHO LEVA O SHOW "APELOS & CANÇÕES" PARA CIDADE DA CULTURA NESTE SÁBADO, 2, UNINDO MÚSICA E LITERATURA
Show Apelos & Canções e sessão de autógrafos do livro homônimo no dia 2 de maio (sábado), às 20h30, na Cidade da Cultura (espaço anexo)!
Depois de lotar o Teatro do Centro de Convenções de Feira de
Santana, o cantor, compositor e Mestre de Cultura Popular Asa Filho volta a se apresentar com o show Apelos & Canções neste sábado, 2 de maio, às 20h30, no espaço anexo da Cidade da Cultura. Os ingressos custam R$20 e incluem um exemplar do livro homônimo, que pode ser autografado ao final da apresentação.
No show, que tem direção musical de Neném do Acordeon e participações de Cescé Amorim, Camila Pereira e Fabrício Barreto, Asa Filho convida o público a embarcar em uma viagem musical, tomando lugar na garupa do tempo para revisitar a infância saudosa em Tiquaruçu, repensar o urbano e o rural, e celebrar a força da cultura popular que sustenta a identidade de Feira de Santana.
Com direção artística de João França, através da Agência Mangalô, cenário assinado por Simone Rasslan e figurinos de Guilherme Almeida, o espetáculo reúne canções autorais que entrelaçam memórias individuais e coletivas, emoções e desafios que ajudam a traduzir o cotidiano do povo do sertão da Bahia.
SESSÃO DE AUTÓGRAFOS
Após o show, o público será convidado para uma sessão de autógrafos da segunda edição do livro "Apelos & Canções". A obra reúne comentários sobre 20 canções compostas por Asa Filho e presta homenagens póstumas a personalidades que marcaram sua trajetória, celebrando também os 45 anos de carreira do artista.
O projeto Apelos & Canções tem patrocínio do Café 2 de Julho, GMF Distribuidora e do Governo do Estado da Bahia, através do Fazcultura, Secretaria de Cultura e Secretaria da Fazenda. Apelos & Canções conta também com apoio financeiro da Prefeitura de Feira de Santana, por meio da Secretaria Municipal de Cultura, Esporte e Lazer, via PRO-CULTURA/ESPORTE, e patrocínio do Laboratório Análise e da empresa São João.
SERVIÇO
O quê: Show Apelos & Canções e sessão de autógrafos do livro homônimo
Quando: 2 de maio (sábado), às 20h30
Onde: Cidade da Cultura (espaço anexo)
Ingressos: R$ 20
AUTORIA: Release do projeto Apelos & Canções - João França
PRÓXIMA EDIÇÃO DA RETRETA SERÁ NO CORETO DE BONFIM DE FEIRA
O projeto Retreta que vem crescendo em nossa cidade, projetando o trabalho de filarmônicas interior da Bahia, com destaque especial para o Filarmônica 25 de Março, que é a responsável pela iniciativa deste excelente projeto, terá sua 4ª Edição no Coreto do Distrito de Bonfim de Feira, comunidade de tradição cultural arraigada, por vocação dos próprios moradores da região.
O distrito de Bonfim de Feira, escolhido para a próxima apresentação do Projeto Retreta, carrega uma história que antecede a própria formação de Feira de Santana.
Com mais de dois séculos de existência, o local preserva tradições culturais, religiosas e sociais que fazem parte da identidade da região.
É nesse cenário que a Filarmônica 25 de Março se apresenta, em frente à igreja matriz, retomando o simbolismo dos coretos como espaços de encontro entre música e comunidade.
A escolha do distrito não é por acaso: ela reforça a proposta do projeto de valorizar territórios históricos e fortalecer a presença cultural fora do eixo central da cidade.
O Projeto Retreta é uma produção da Sociedade Filarmônica 25 de Março, por meio da Lei Rouanet, com patrocínio da Rede Menor Preço, DPC Distribuidora e Bartofil, apoio institucional da Fundação Senhor dos Passos e realização do Ministério da Cultura, Governo do Brasil.
SOBRE A SOCIADE FILARMÔNICA 25 DE MARÇO:
Fundada em 1868 na cidade de Feira de Santana, a Sociedade Filarmônica 25 de Março é das mais antiga em atividade no estado da Bahia. Sob os auspícios de Nossa Senhora da Anunciação, ao longo dos 155 anos participou ativamente da vida sociocultural da urbe feirense destacando-se participações nos cortejos de procissão, passeios de trem, funerais, e retretas na Festa de Sant’Anna, padroeira de Feira de Santana, passeios de trem para cidades vizinhas, participação no carnaval de Salvador, cerimônias fúnebres, bailes de micareta, nos primórdios dos festejos, e solenidades cívicas.
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No ano de 1968, ano que marcou o centenário da instituição, realisou excursão para a então capital do estado brasileiro, a cidade do Rio de Janeiro, com visitas a famosa banda Corpo de Bombeiros, regida pelo maestro Othônio Benvenuto da Silva, ao então presidente General Arthur da Costa e Silva no palácio das Laranjeiras, apresentação nas escadarias do Theatro Municipal e na Radio Nacional.
Outro momento singular na história da instituição foi a participação no I campeonato Nacional de Bandas promovido pelas instituições M.E.C. – FUNARTE – I.N.M – Rede Globo. Na ocasião a “25 de Março” sagrou-se 3º colocada e participou do disco oficial do campeonato com duas gravações: o dobrado Allah de Estevam Moura e a marcha Eliana Meireles de Tertuliano Santos. Apesar de todos os feitos e importância para a comunidade local, a Sociedade Filarmônica 25 de Março a partir dos anos 70 sofre o inicio do período de decadência.
A modernidade, o crescente processo de urbanização e industrialização, a mudança da relação campo/cidade, foram alguns dos fatores preponderantes na diminuição da importância e consequente desativação em anos posteriores. Essa situação foi agravada por pendências jurídicas, degradação da sede, bem tombado pelo Instituto do Patrimônio Artístico Cultural da Bahia - IPAC, corpo musical com baixo número de músicos, sete integrantes e com idade avançada, que fizeram a “25 de Março” ficar em inatividade por mais de uma década.
Após a resolução das pendências administrativas, no ano de 2014 é fundada a Escola de Música Maestro Estevam Moura com o intuito de formar novos membros para atuarem no Corpo Musical da Filarmônica. Em 2015 a banda de música retorna a atividade. Além de manter uma função de referencial para os novos integrantes é o espaço onde são interpretadas as partituras do acervo da instituição. Esse acervo é composto por cerca de 600 obras, em sua maioria de compositores locais, como: Estevam Moura, Tertuliano Santos, Amando Nobre, João Manoel Dantas, João Camelier, dentre outros, que participaram como mestres de banda na agremiação musical.
Atualmente a Sociedade Filarmônica 25 de Março atua com 24 músicos em apresentações públicas pela cidade. Os locais são os mais variados desde procissões em bairros e distritos, a concertos em escolas, coretos e solenidades cívicas.
Essas apresentações contribuem com a reaproximação da instituição com comunidade e o fortalecimento da identidade cultural local. (Informações extraídas do site oficial da Filarmônica 25 de Março)
SERVIÇO
Apresentação no Coreto de Bonfim de Feira
25 de abril | 17h
Apresentação da Filarmônica 25 de Março
AUTORIA: Viva Feira a partir do Release da Ascom da Filarmônica 25 de Março